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Subespecialidades de Cardiologia: vale a pena?

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Nós já destrinchamos nesse outro post tudo que você precisa saber sobre a residência e o mercado de trabalho do cardiologista. Mas o que você sabe sobre as subespecialidades de Cardiologia? Quais são? Vale a pena investir tempo pra fazer uma? Então descubra agora tudo que você precisa saber sobre esse tema!

Quais são as subespecialidades de Cardiologia?

Após os 6 anos de graduação, 2 anos de Clínica Médica e 2 anos de Cardiologia, o médico cardiologista pode optar por fazer uma subespecialidade. Essa nova formação visa especializar esse profissional em um aspecto mais complexo ou específico da atuação.

Dentre as subespecialidades de Cardiologia, podemos citar, por exemplo:

  • Arritmias e Eletrofisiologia Cardíaca (clínica ou intervencionista)
  • Ecocardiografia
  • Transplantes
  • Miocardiopatias
  • Cardiologia Pediátrica
  • Ergometria e reabilitação
  • Hipertensão Arterial
  • Hemodinâmica
  • Cardiologia geriátrica

Quais são as vantagens?

O mercado de trabalho do médico está cada vez mais competitivo. A cada ano, aumenta muito o número de novos médicos formados, e isso resulta na necessidade de buscar um diferencial, para se destacar profissionalmente.

Assim, a principal vantagem de fazer uma subespecialidade de Cardiologia é o destaque no mercado de trabalho. Afinal, quanto mais longe você vai na sua formação e especialização, menos profissionais estão no mesmo nível que você. Ou seja, é uma forma de diferenciar-se dos outros cardiologistas e aumentar a exclusividade do seu trabalho. Com o tempo, o retorno financeiro e o reconhecimento profissional também vão aumentar.

Além disso, é válido destacar que, em Medicina, mais conhecimento acadêmico sempre traz bons frutos. Então, buscar uma nova especialidade agrega experiências clínicas que engrandecem a sua prática, e resulta em um melhor cuidado com o paciente.

E as desvantagens?

O maior ponto negativo da subespecialidade é a duração de mais 2 anos da formação (para a maioria das especializações). Até porque Cardiologia não é a mais rápida das residências, e investir seu tempo em mais uma especialização após 10 anos de formação acadêmica não cabe nos planos de todo mundo.

Além disso, nota-se uma concentração de algumas especialidades em grandes centros, geralmente nas capitais ou poucas grandes cidades do interior. Ou seja, a depender da subespecialidade de maior identificação, o cardiologista pode ter dificuldade de encontrar um bom serviço na região em que mora.

Portanto, fazer uma subespecialidade de Cardiologia exige que o médico tenha capacidade de investir bastante tempo, e muitas vezes também pode precisar que ele faça a especialização fora da cidade em que reside.

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