O planejamento familiar, também chamado de planejamento reprodutivo, permite que cada pessoa ou casal decida se deseja ter filhos, quando pretende engravidar e qual intervalo considera adequado entre as gestações. Além disso, esse cuidado inclui prevenção de gravidez não planejada, orientação sobre fertilidade, aconselhamento pré-concepcional e investigação de infertilidade quando o caso exige.
Para o ENAMED, o tema exige mais do que memorizar nomes de contraceptivos. Em geral, a prova apresenta uma situação clínica e pede o método mais adequado conforme idade, comorbidades, hábitos, período pós-parto, desejo reprodutivo e risco de infecções sexualmente transmissíveis. Portanto, o estudante precisa relacionar eficácia, segurança, preferência da paciente e critérios de elegibilidade.
Critérios de elegibilidade: como interpretar as categorias
A Organização Mundial da Saúde organiza os métodos contraceptivos em quatro categorias conforme a condição clínica da paciente. Entretanto, essas categorias avaliam segurança, e não preferência, disponibilidade ou eficácia. Assim, o médico deve combinar o critério clínico com os objetivos reprodutivos e a realidade da pessoa.
A sexta edição dos critérios da OMS, publicada em 2025, reúne recomendações atualizadas para diferentes condições médicas e características fisiológicas. O CDC também utiliza as quatro categorias em suas recomendações de elegibilidade. : A paciente pode usar o método sem restrição
- Categoria 2: As vantagens geralmente superam os riscos teóricos ou comprovados
- Categoria 3: Os riscos geralmente superam as vantagens, portanto o profissional deve preferir outra opção
- Categoria 4: A condição representa risco inaceitável, portanto a paciente não deve usar o método
Para a prova, as categorias 3 e 4 exigem maior atenção. Contudo, uma categoria 3 não equivale a uma proibição absoluta. Nessa situação, o profissional pode considerar o método quando alternativas adequadas não existem ou quando a paciente não aceita outras opções, desde que avalie riscos, benefícios e necessidade de acompanhamento.
Por outro lado, a categoria 4 indica risco inaceitável. Portanto, o profissional deve escolher outro método.
Métodos contraceptivos reversíveis de longa duração
Os contraceptivos reversíveis de longa duração, conhecidos pela sigla LARC, incluem o dispositivo intrauterino de cobre, o sistema intrauterino com levonorgestrel e o implante subdérmico de etonogestrel. Em geral, esses métodos apresentam as menores taxas de falha no uso habitual porque não dependem de uma ação diária, semanal ou mensal.
O CDC informa taxas de falha no uso típico de aproximadamente 0,1% para o implante, 0,1% a 0,4% para os sistemas intrauterinos com levonorgestrel e 0,8% para o DIU de cobre. Portanto, os LARC ocupam posição central quando a paciente prioriza alta eficácia e longa duração. bre
O DIU de cobre não contém hormônio e mantém alta eficácia por vários anos. Além disso, ele oferece contracepção imediata após a inserção e também funciona como contracepção de emergência quando o profissional o insere em até cinco dias após a relação desprotegida.
Por outro lado, o DIU de cobre pode aumentar o fluxo menstrual e as cólicas, sobretudo nos primeiros meses. Portanto, ele pode não representar a melhor escolha para pacientes com sangramento uterino intenso, anemia importante ou dismenorreia relevante. Entretanto, nuliparidade e adolescência, isoladamente, não impedem o uso. Da mesma forma, a paciente não precisa aguardar uma primeira gestação para considerar um dispositivo intrauterino.
Entre as principais situações que impedem a inserção, destacam-se gravidez, infecção pélvica atual, cervicite purulenta e alterações anatômicas que distorcem a cavidade uterina. Contudo, o antecedente remoto de infecção sexualmente transmissível não impede automaticamente o uso.
Sistema intrauterino com levonorgestrel
O sistema intrauterino com levonorgestrel libera progestagênio diretamente na cavidade uterina. Consequentemente, ele costuma reduzir o fluxo menstrual e a dismenorreia, além de oferecer alta eficácia contraceptiva. Assim, a paciente com sangramento menstrual aumentado pode obter benefício adicional.
Entretanto, o método pode causar sangramento irregular nos primeiros meses. Por isso, o profissional deve explicar que escapes não significam perda da eficácia.
Além disso, pacientes com câncer de mama atual não devem usar contraceptivos hormonais, inclusive o sistema intrauterino com levonorgestrel. Nessa situação, o DIU de cobre pode oferecer uma alternativa, caso não exista contraindicação uterina ou infecciosa.
Implante subdérmico
O implante libera etonogestrel e oferece contracepção por anos. Como não contém estrogênio, ele atende muitas pacientes que apresentam contraindicação aos métodos combinados. Além disso, a fertilidade costuma retornar rapidamente após a retirada.
Contudo, o sangramento imprevisível representa a principal causa de insatisfação. Portanto, o aconselhamento prévio deve explicar que a paciente pode apresentar amenorreia, escapes frequentes ou sangramento prolongado.
Essa orientação reduz o abandono por expectativas incompatíveis com o método. Ao mesmo tempo, o médico deve investigar outras causas quando o sangramento apresenta intensidade incomum, surge após longo período de estabilidade ou acompanha sinais clínicos de alerta.
Contraceptivos hormonais combinados
Os métodos hormonais combinados contêm estrogênio e progestagênio. Eles incluem pílula combinada, adesivo transdérmico e anel vaginal. Em geral, esses métodos inibem a ovulação, tornam o muco cervical menos permeável e modificam o endométrio.
Além da contracepção, os métodos combinados podem reduzir cólicas, fluxo menstrual, sintomas relacionados ao ciclo e acne em algumas pacientes. Entretanto, o estrogênio aumenta o risco tromboembólico e exige avaliação cuidadosa.
O protocolo da Femina de 2025 destaca que o profissional deve oferecer métodos combinados quando os critérios de elegibilidade os colocam nas categorias 1 ou 2. Além disso, o seguimento durante o primeiro ano favorece a continuidade. icações clássicas que o ENAMED pode cobrar
- Enxaqueca com aura
- Tabagismo em mulher com 35 anos ou mais, sobretudo com consumo elevado
- Hipertensão arterial grave ou doença vascular
- Trombose venosa profunda ou embolia pulmonar com alto risco de recorrência
- Trombofilia conhecida
- Cirurgia de grande porte com imobilização prolongada
- Câncer de mama atual
- Doença hepática grave
- Período pós-parto inicial, principalmente quando coexistem fatores de risco trombótico
Em questões clínicas, a enxaqueca com aura frequentemente direciona a resposta. Nesse caso, o profissional deve evitar estrogênio e considerar métodos apenas com progestagênio ou opções não hormonais.
Da mesma forma, uma paciente com hipertensão grave não deve iniciar método combinado. Entretanto, uma medida isolada de pressão arterial alterada exige confirmação e avaliação clínica adequada antes da decisão definitiva.
Além disso, o tabagismo em pacientes mais jovens não cria automaticamente a mesma contraindicação observada em mulheres com 35 anos ou mais. Portanto, a banca pode combinar idade, quantidade de cigarros e presença de outros fatores cardiovasculares.
Métodos apenas com progestagênio
Os métodos apenas com progestagênio incluem pílulas, injetável trimestral, implante e sistema intrauterino com levonorgestrel. Como não contêm estrogênio, eles ampliam as opções para pacientes com risco trombótico ou enxaqueca com aura.
Entretanto, “sem estrogênio” não significa “sem contraindicações”. Por exemplo, o câncer de mama atual contraindica métodos hormonais. Além disso, o profissional deve avaliar interações medicamentosas, doença hepática e particularidades de cada formulação.
Pílula apenas com progestagênio
A pílula apenas com progestagênio exige adesão rigorosa. Contudo, o intervalo de tolerância para atraso varia conforme a formulação. Portanto, o profissional deve orientar a paciente segundo o medicamento prescrito, e não aplicar uma regra única a todas as pílulas.
Além disso, a paciente pode apresentar sangramento irregular ou amenorreia. Por isso, o aconselhamento deve abordar o padrão menstrual esperado antes do início.
Acetato de medroxiprogesterona de depósito
O injetável trimestral oferece praticidade e pode causar amenorreia com o uso continuado. Por outro lado, ele pode provocar sangramento irregular, ganho de peso em parte das usuárias e redução reversível da densidade mineral óssea.
Além disso, o retorno da ovulação pode demorar mais após a última aplicação quando comparado a outros métodos reversíveis. Portanto, uma paciente que deseja engravidar em curto prazo talvez prefira outra alternativa. Ainda assim, o atraso no retorno da fertilidade não significa infertilidade permanente. Consequentemente, o profissional deve diferenciar essas duas situações durante o aconselhamento.
Métodos de barreira e dupla proteção
Os preservativos externos e internos criam uma barreira física contra a passagem dos espermatozoides. Além disso, os preservativos reduzem o risco de infecções sexualmente transmissíveis. Portanto, mesmo quando a paciente utiliza DIU, implante ou pílula, o profissional deve discutir dupla proteção quando existe risco de exposição.
No uso habitual, o preservativo externo apresenta taxa de falha contraceptiva maior que os LARC e os métodos hormonais. O CDC estima falha de aproximadamente 13% no primeiro ano de uso típico. Consequentemente, técnica correta, uso em todas as relações e associação com outro método aumentam a proteção contraceptiva. iafragma, capuz cervical e espermicidas dependem fortemente do uso correto em cada relação. Por isso, eles apresentam menor eficácia no uso habitual e exigem aconselhamento detalhado.
Para o ENAMED, o ponto central envolve dupla proteção. Assim, o uso de outro contraceptivo não elimina a indicação do preservativo quando a pessoa apresenta risco de infecção sexualmente transmissível.
Métodos comportamentais e amenorreia lactacional
Os métodos baseados na percepção da fertilidade acompanham sinais do ciclo, como calendário, muco cervical e temperatura basal. Entretanto, eles exigem treinamento, ciclos relativamente previsíveis e participação ativa.
Além disso, doenças, puerpério, irregularidade menstrual e dificuldade de abstinência ou uso de barreira nos dias férteis reduzem a efetividade. Portanto, o aconselhamento deve explicar a diferença entre uso perfeito e uso habitual.
O método da amenorreia lactacional pode oferecer contracepção temporária quando três condições coexistem:
- A mulher permanece em amenorreia
- O bebê tem menos de seis meses
- A mulher mantém amamentação exclusiva ou quase exclusiva, inclusive à noite
Quando uma dessas condições deixa de existir, a mulher precisa iniciar outro método. O CDC reforça esses três critérios e orienta a transição para outra estratégia contraceptiva no momento adequado. nte, uma mulher que voltou a menstruar não atende mais aos critérios, mesmo que mantenha amamentação exclusiva. Da mesma forma, a idade superior a seis meses encerra a proteção pelo método, ainda que a amenorreia continue.
Contracepção de emergência
A contracepção de emergência reduz o risco de gravidez após relação sexual sem proteção, falha do método ou violência sexual. Entretanto, ela não interrompe uma gestação já implantada e não substitui um método regular.
Além disso, o profissional deve aproveitar o atendimento para oferecer contracepção contínua, investigar risco de infecções sexualmente transmissíveis e avaliar medidas adicionais nos casos de violência sexual.
DIU de cobre
O DIU de cobre oferece a maior eficácia como contracepção de emergência. O profissional pode inseri-lo em até cinco dias após a relação desprotegida. Além disso, a paciente pode mantê-lo como método contínuo. o, o profissional deve excluir gravidez e avaliar contraindicações à inserção. Portanto, a eficácia elevada não elimina a necessidade de avaliação clínica.
Levonorgestrel oral
A paciente deve tomar o levonorgestrel o mais cedo possível. Embora o método possa atuar por até cinco dias, a eficácia diminui com o passar do tempo. Em seguida, a paciente pode iniciar ou retomar um contraceptivo regular conforme orientação clínica.
Além disso, o levonorgestrel atua principalmente ao atrasar ou impedir a ovulação. Consequentemente, ele não provoca aborto nem interfere em uma gestação já implantada.
Acetato de ulipristal
O ulipristal mantém eficácia até 120 horas e pode superar o levonorgestrel em parte desse intervalo. Contudo, a paciente deve aguardar antes de iniciar um método com progestagênio, pois o início imediato pode reduzir o efeito do ulipristal.
Além disso, a disponibilidade varia entre países e serviços. Portanto, questões brasileiras podem priorizar o levonorgestrel e o DIU de cobre.
Esterilização cirúrgica e legislação brasileira
A esterilização feminina e a vasectomia constituem métodos permanentes. Portanto, o aconselhamento deve explorar certeza da decisão, possibilidade de arrependimento, alternativas reversíveis de alta eficácia e caráter definitivo do procedimento.
No Brasil, a Lei nº 14.443/2022 alterou a Lei nº 9.263/1996. Atualmente, homens e mulheres com capacidade civil plena podem solicitar esterilização quando apresentam 21 anos ou mais ou pelo menos dois filhos vivos.
Além disso, a lei mantém o intervalo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade e o procedimento. Durante esse período, a equipe deve oferecer aconselhamento e acesso aos métodos de regulação da fecundidade.
A legislação também retirou a exigência de consentimento do cônjuge. Portanto, o parceiro não precisa autorizar a laqueadura ou a vasectomia.
Além disso, a mulher pode realizar a esterilização durante o parto quando manifesta a vontade com antecedência mínima de 60 dias e cumpre os demais requisitos legais. , memorize a lógica:
- Idade de 21 anos ou mais ou presença de pelo menos dois filhos vivos
- Capacidade civil plena
- Manifestação voluntária da vontade
- Intervalo mínimo de 60 dias
- Aconselhamento durante o período de espera
- Ausência de exigência de autorização do cônjuge
Portanto, a prova pode considerar incorreta qualquer alternativa que exija autorização do parceiro.
Aconselhamento em situações especiais
Adolescência
Adolescentes podem usar métodos contraceptivos, inclusive LARC, quando não apresentam contraindicações clínicas. Além disso, o profissional deve garantir privacidade e comunicação adequada à faixa etária.
Entretanto, o preservativo continua necessário para prevenção de infecções sexualmente transmissíveis. Assim, o profissional deve discutir dupla proteção mesmo quando a adolescente escolhe um método altamente eficaz. Além disso, idade jovem e nuliparidade não contraindicam o DIU ou o implante. Portanto, o aconselhamento não deve restringir essas opções apenas a mulheres adultas ou que já tiveram filhos.
Pós-parto e amamentação
No pós-parto, o risco trombótico modifica a escolha contraceptiva. Portanto, o profissional deve evitar métodos combinados no período inicial.
Em contrapartida, métodos apenas com progestagênio e dispositivos intrauterinos podem atender muitas pacientes, conforme momento do parto, amamentação, risco de expulsão e critérios de elegibilidade.
Além disso, a inserção imediata de DIU no pós-parto oferece conveniência e reduz oportunidades perdidas. Contudo, ela apresenta maior risco de expulsão do que a inserção intervalar. Por isso, a equipe deve explicar esse aspecto e organizar o seguimento.
Doenças crônicas
Em pacientes com hipertensão, diabetes, epilepsia, doença renal, lúpus ou histórico de trombose, o profissional deve consultar os critérios de elegibilidade. Além disso, alguns anticonvulsivantes e outros indutores enzimáticos reduzem a eficácia de pílulas, implantes e outros métodos hormonais sistêmicos.
Portanto, o caso clínico pode exigir uma opção que não dependa do metabolismo hepático, como o DIU de cobre. Entretanto, a escolha final deve considerar também sangramento, anatomia uterina e preferência.
Da mesma forma, o profissional não deve presumir que toda doença crônica contraindica contracepção hormonal. Em vez disso, ele deve identificar a condição específica, sua gravidade e o método em análise.
Desejo de engravidar
Quando a pessoa deseja gestação, o aconselhamento muda de foco. Em primeiro lugar, o profissional revisa doenças crônicas, medicamentos, vacinas, hábitos, risco de infecções e histórico obstétrico.
Além disso, ele orienta ácido fólico antes da concepção conforme o risco individual. Ao mesmo tempo, o profissional deve otimizar o controle de doenças como diabetes, hipertensão e epilepsia antes da gestação.
O profissional também deve explicar que os contraceptivos modernos não causam infertilidade. A OMS reforça esse ponto. Contudo, o injetável trimestral pode retardar temporariamente o retorno da ovulação após a última dose. MED costuma transformar o tema em questão?
Em geral, a banca apresenta idade, hábito de fumar, comorbidade, padrão menstrual e desejo reprodutivo. Em seguida, ela pede a melhor opção. Portanto, o candidato deve eliminar métodos inseguros e, depois, comparar as alternativas restantes conforme eficácia e preferência.
Por exemplo, uma mulher com enxaqueca com aura não deve receber um método combinado. Contudo, ela ainda pode considerar implante, DIU de cobre, sistema intrauterino com levonorgestrel ou pílula apenas com progestagênio, conforme os demais dados clínicos.
Da mesma forma, uma paciente com fluxo menstrual intenso pode apresentar piora com o DIU de cobre. Assim, o sistema intrauterino com levonorgestrel pode oferecer contracepção e redução do sangramento, desde que a paciente não apresente contraindicação hormonal.
Pontos-chave para revisar antes da prova
- LARC oferece alta eficácia porque reduz falhas relacionadas à adesão
- Nuliparidade não contraindica DIU
- Preservativos fornecem proteção contra infecções sexualmente transmissíveis
- Enxaqueca com aura contraindica métodos com estrogênio
- Câncer de mama atual contraindica métodos hormonais
- DIU de cobre pode aumentar fluxo e cólicas
- Sistema intrauterino com levonorgestrel costuma reduzir sangramento
- Amenorreia lactacional exige três critérios simultâneos
- DIU de cobre funciona como contracepção de emergência em até cinco dias
- Esterilização não exige autorização do cônjuge no Brasil
- Categoria 3 indica que os riscos geralmente superam os benefícios
- Categoria 4 indica risco inaceitável
- Aconselhamento deve apoiar autonomia e decisão compartilhada
- Método contraceptivo moderno não causa infertilidade permanente
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Para o ENAMED, a estratégia mais eficiente consiste em reconhecer contraindicações clássicas ao estrogênio, dominar os critérios da amenorreia lactacional, diferenciar os perfis de sangramento dos DIUs, compreender a contracepção de emergência e memorizar as regras brasileiras para esterilização.
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Referências bibliográficas
- BRASIL. Lei nº 9.263, de 12 de janeiro de 1996. Regula o § 7º do art. 226 da Constituição Federal, que trata do planejamento familiar, estabelece penalidades e dá outras providências. Brasília, DF: Presidência da República, 1996. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9263.htm. Acesso em: 18 jul. 2026.
- BRASIL. Lei nº 14.443, de 2 de setembro de 2022. Altera a Lei nº 9.263, de 12 de janeiro de 1996, para determinar prazo para oferecimento de métodos e técnicas contraceptivas e disciplinar condições para esterilização no âmbito do planejamento familiar. Brasília, DF: Presidência da República, 2022. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2022/lei/l14443.htm. Acesso em: 18 jul. 2026.
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