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Uma gestante de 36 semanas, G1P0, foi diagnosticada com pré-eclâmpsia grave durante uma consulta de rotina. Ela apresenta pressão arterial de 165/110 mmHg, proteinúria e sinais de cefaleia persistente, além de aumento da creatinina sérica. O obstetra decide que a melhor abordagem é a indução do trabalho de parto, dada a gravidade da condição materna e o bem-estar fetal preservado. Qual das seguintes afirmações melhor justifica a decisão de indução do trabalho de parto nesta paciente?

A

A indução do trabalho de parto em casos de pré-eclâmpsia grave é indicada apenas após 37 semanas de gestação.

B

A indução do trabalho de parto não é indicada antes de 39 semanas, a menos que haja sinais de sofrimento fetal.

C

A indução do trabalho de parto é indicada devido ao risco iminente de eclâmpsia, mesmo em gestações de menos de 37 semanas.

D

A indução do trabalho de parto é contraindicada em pacientes com pré-eclâmpsia, sendo necessário proceder diretamente à cesariana.

E

A indução do trabalho de parto em casos de pré-eclâmpsia grave só é indicada se a pressão arterial for superior a 180/120 mmHg.

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