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Uma gestante de 32 anos, G1P0, com 35 semanas de gestação, foi admitida no hospital com diagnóstico de pré-eclâmpsia grave. Seus sinais vitais mostram pressão arterial de 170/110 mmHg, proteinúria de 4 g/24 horas e níveis elevados de creatinina sérica. Ela não apresenta sinais de eclâmpsia, mas queixa-se de cefaleia intensa e visão turva. A cardiotocografia fetal está normal, com variabilidade adequada e sem desacelerações. Após estabilização inicial com sulfato de magnésio e antihipertensivos, o obstetra decide induzir o trabalho de parto. Considerando o quadro de pré-eclâmpsia grave, qual seria a conduta mais apropriada para a indução e aceleração do trabalho de parto, minimizando o risco de complicações maternas e fetais?

A

Iniciar com misoprostol para amadurecimento cervical seguido de doses altas de ocitocina para acelerar o trabalho de parto.

B

Evitar a indução do trabalho de parto e realizar uma cesariana de emergência devido ao risco de convulsões e complicações.

C

Iniciar ocitocina em doses moderadas, sem necessidade de amadurecimento cervical prévio, monitorando a pressão arterial de forma intermitente.

D

Utilizar métodos mecânicos, como o balão de Foley, para amadurecimento cervical seguido de ocitocina em doses baixas, com monitoramento contínuo da pressão arterial e uso de sulfato de magnésio.

E

Realizar amniotomia imediata e iniciar doses baixas de ocitocina, monitorando o estado materno e fetal continuamente.

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