Pratique questões de medicina
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Um recém-nascido prematuro extremo (nascido com 28 semanas), em uso de ventilação mecânica, apresenta piora progressiva da oxigenação, taquicardia, taquipneia, hepatomegalia e sopro sistólico contínuo audível em região infraclavicular esquerda. Após investigação, é diagnosticado com persistência do canal arterial (PCA) hemodinamicamente significativa. Após tentativa malsucedida com ibuprofeno, optou-se por tratamento percutâneo com implantação de stent no canal arterial, conforme ecocardiograma abaixo, que mostra o arco aórtico e a extremidade proximal do stent (artéria pulmonar não visível):

Fonte: By No machine. Public Domain, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=585072
Com base nos princípios da circulação fetal e neonatal, além da interpretação da imagem e da conduta descrita, qual a consequência fisiopatológica mais provável se o canal arterial persistente não for tratado em recém-nascidos prematuros?
Aumento da resistência sistêmica com sobrecarga do ventrículo esquerdo e hipertensão arterial sistêmica.
Sobrecarga de volume pulmonar com risco de insuficiência cardíaca congestiva e displasia broncopulmonar.
Desvio de fluxo direita-esquerda com cianose generalizada por hipoxemia refratária.
Redução do retorno venoso sistêmico por compressão do ducto venoso e hipoafluxo hepático.
Obstrução da aorta descendente levando a hipoperfusão renal e acidose metabólica mista.