Pratique questões de medicina
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Um paciente de 50 anos com diagnóstico de asma brônquica grave e não controlada há vários anos apresenta queixa de dispneia progressiva, tosse persistente e secreção espessa. Ele foi tratado com broncodilatadores de ação curta e corticosteroides orais, mas as exacerbações continuam frequentes, apesar da adesão ao tratamento. Durante a consulta, o paciente expressa frustração com o manejo atual e medo de efeitos colaterais dos medicamentos. Após a avaliação clínica, qual seria a melhor abordagem terapêutica para melhorar o controle da asma e lidar com a resistência ao tratamento?
Introduzir um tratamento com corticoide inalatório de alta dose, associado a um broncodilatador de ação longa, para melhorar o controle da asma e reduzir os efeitos colaterais sistêmicos.
Iniciar tratamento com imunoterapia oral, que tem mostrado benefícios para pacientes com asma persistente grave, sem considerar a resposta a tratamentos anteriores.
Aumentar a dose dos corticosteroides orais para controlar melhor a inflamação, já que a resposta terapêutica foi insatisfatória com a medicação atual.
Implementar um esquema de tratamento mais agressivo com corticosteroides intravenosos, com objetivo de controlar rapidamente a inflamação pulmonar, e agendar um retorno em uma semana.
Prescrever um medicamento biológico (anticorpo monoclonal) direcionado aos mecanismos inflamatórios da asma, como omalizumabe, devido ao seu impacto na redução de exacerbações e no controle de sintomas.