1 verdadeiro. A presença de nódulos parenquimatosos regenerativos tem o potencial de originar obliteração de ramos da veia porta e do aumento compensatório do suprimento sanguíneo arterial, ou seja, há alterações focais e difusas no suprimento sanguíneo hepático e consequente desenvolvimento de hipertensão portal. É importante revisar o tema, pois existem diferentes nódulos hepáticos com potencial de malignização, com alto risco de cirrose hepática e hipertensão portal e outros que são apenas lesões benignas. Começando pelas lesões benignas mais comuns temos o hemangioma hepático, a hiperplasia nodular focal, o adenoma hepático, a hipertensão portal não cirrótica idiopática (incluindo hiperplasia nodular regenerativa) e os nódulos regenerativos. Já entre as lesões malignas, as mais comuns são o carcinoma hepatocelular, o colangiocarcinoma e as metástases de outros tumores, por exemplo, do sistema gastrointestinal ou reprodutor. De forma mais rara, há doenças que podem ter apresentação de lesão hepática sólida, como sarcomas de tecidos moles (como hemangioendotelioma epitelióide, uma neoplasia maligna de origem vascular de baixo grau), hepatoblastoma e linfoma não-Hodgkin. Os tumores benignos não tem potencial de malignidade, porém, podem ter o potencial de desenvolver alterações focais no fígado até a hipertensão portal se em maior grau (Robbins, 9ª edição).
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Presença de nódulos parenquimatosos regenerativos é uma alteração morfológica hepática que oferece substrato para o desenvolvimento da hipertensão portal.
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Falso
B
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