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Paciente feminina, 51 anos, com obesidade mórbida (148 kg, IMC > 50 kg/m²), foi submetida previamente à cirurgia de Hartmann após quadro de diverticulite complicada. Evoluiu com hérnia paracolostômica volumosa. Com o objetivo de viabilizar futura reconstrução do trânsito intestinal, foi submetida a gastrectomia vertical (sleeve), apresentando perda ponderal significativa, com peso atual de 98 kg. Sua tomografia de controle mostrou colostomia em fossa ilíaca direita e hérnia paracolostômica contendo alças delgadas, cólon e parte do estômago, com dimensões de 9,5 × 9,7 cm e volume estimado de 4.250 cc. O volume da cavidade abdominal é de cerca de 8.200 cc. Com base nos dados apresentados, a melhor estratégia para correção da hérnia e reconstrução do trânsito intestinal neste cenário é:
Reconstrução do trânsito e fechamento primário herniário.
Correção simultânea da hérnia e reconstrução do trânsito intestinal, com uso de
pneumoperitônio progressivo pré-operatório, visando redução da perda do domínio abdominal.
Correção em dois tempos, com abordagem inicial da hérnia utilizando tela sintética
intraperitoneal e reconstrução do trânsito em segundo tempo cirúrgico.
reconstrução isolada do trânsito intestinal, com manutenção da hérnia.
Correção em dois tempos, com abordagem inicial da hérnia sem utilização de tela sintética
e reconstrução do trânsito em segundo tempo cirúrgico.