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Paciente do sexo feminino, 42 anos, será submetida a ureteroscopia para retirada de cálculo impactado no terço distal do ureter esquerdo. Durante o preparo anestésico, a equipe discutiu a possibilidade de realizar bloqueio regional para analgesia intraoperatória. O anestesiologista explicou que o entendimento preciso da anatomia ureteral e sua inervação segmentar é essencial para o sucesso da técnica e prevenção de complicações.

Fonte: Pikovit/Shutterstock.com
Considerando a anatomia do ureter e sua relação com os territórios neurais e estruturas adjacentes, qual das opções descreve corretamente a abordagem anestésica e anatômica mais adequada para analgesia do ureter distal?
O bloqueio do plexo renal, realizado na altura da artéria mesentérica superior, é a melhor abordagem para analgesia do ureter terminal.
O bloqueio do nervo genitofemoral, no nível de L1-L2, é suficiente para abranger todo o trajeto ureteral, incluindo o segmento distal.
O bloqueio paravertebral de T6-T8 é o ideal para analgesia do ureter distal, devido à sua origem embriológica comum com o intestino médio.
A analgesia eficaz do ureter distal pode ser alcançada pelo bloqueio do plexo hipogástrico inferior, uma vez que essa região é inervada por fibras viscerais aferentes que acompanham os nervos esplâncnicos lombares até os níveis T12 a L2.
O ureter distal não recebe inervação somática ou visceral significativa, sendo suficiente o bloqueio do nervo obturador.