A assertiva é FALSA. Na verdade, O tratamento dos tumores do plexo coróide é essencialmente cirúrgico, e sempre que possível a retirada da lesão deve ser em bloco e radical. Para que este objetivo seja alcançado, é importante a identificação do pedículo vascular e a ligadura da artéria nutridora e da veia de drenagem, nesta ordem. A retirada radical e em bloco é sempre possível em tumores pequenos e médios, quando não existe infiltração do parênquima cerebral, mesmo em crianças abaixo do primeiro ano de vida. Quando o tumor está presente em mais de um ventrículo, duas ou mais craniotomias podem ser necessárias. Nos casos de tumores gigantes, principalmente em crianças abaixo do primeiro ano de vida, ou quando o tumor invade o parênquima cerebral, na maioria das vezes faz-se necessário o esvaziamento parcial do tumor antes da sua retirada total. Em todos os casos, deve-se ter um controle rigoroso da perda sanguínea. As vias de acesso convencionais são a transcortical parieto-occipital para tumores que ocupam o ventrículo lateral, a transcalosa para os tumores do terceiro ventrículo e a suboccipital para aqueles do IV ventrículo. No caso de tumores pequenos no interior dos ventrículos laterais ou III ventrículo, a cirurgia endoscópica pode ser uma alternativa válida.
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