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Em um hospital universitário, a comissão de controle de infecções hospitalares (CCIH) observou aumento na taxa de infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) em pacientes internados na UTI. Durante auditoria, foi identificada baixa adesão às práticas de higiene das mãos, mesmo com disponibilidade de álcool a 70%, pias e sabão antisséptico. Um dos residentes questiona a real eficácia dessas medidas no controle de agentes infecciosos, incluindo parasitas de transmissão indireta.

Fonte: TRADOL/Shutterstock.com
Considerando o ciclo epidemiológico das infecções parasitárias e os princípios das medidas de contenção, qual das alternativas representa a justificativa mais adequada para priorizar o uso rotineiro de antissépticos na prevenção dessas infecções?
A antissepsia das mãos elimina exclusivamente formas virais e bacterianas, sendo ineficaz contra formas infectantes de parasitas como cistos e ovos.
O uso de álcool gel 70% é eficaz apenas se acompanhado de antibioticoterapia profilática e controle vetorial simultâneo.
A higiene das mãos com antisséptico inativa formas resistentes de helmintos e protozoários em todas as superfícies biológicas e inanimadas.
A medida interrompe a cadeia de transmissão ao impedir a veiculação mecânica de formas infectantes por contato direto ou fômites, especialmente em ambientes de assistência à saúde.
A principal forma de prevenção de doenças parasitárias hospitalares envolve apenas controle ambiental e quimioprofilaxia, não exigindo medidas de barreira individual.