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Durante um simpósio sobre biodiversidade parasitária, uma equipe de pesquisadores apresenta um estudo que envolve a reconstrução da filogenia de eucariotos parasitas utilizando análise multigênica (MLST) e comparação de sequências de genes ortólogos altamente conservados. Entre os grupos estudados estão representantes dos reinos Protista (como Leishmania donovani, Trypanosoma brucei) e Fungi (como Pneumocystis jirovecii), além de helmintos do reino Animalia. Um dos pesquisadores afirma que a presença de parasitismo em diferentes linhagens eucarióticas é um exemplo clássico de convergência evolutiva e não de ancestralidade comum direta. Considerando os princípios da sistemática filogenética moderna, da evolução molecular e da classificação taxonômica, qual interpretação está mais de acordo com a biologia evolutiva atual?
A ocorrência do parasitismo em diferentes domínios e reinos é sempre derivada de um ancestral comum parasita, o que justifica a classificação conjunta dos parasitas em um mesmo grupo filogenético.
A presença de parasitismo em múltiplas linhagens eucarióticas, embora morfologicamente semelhante, resulta de pressões seletivas distintas que levaram a soluções adaptativas análogas, não refletindo necessariamente relação de parentesco.
A utilização de genes ortólogos conservados não permite reconstruir árvores filogenéticas fidedignas, sendo mais adequada a classificação baseada em características fenotípicas observáveis.
A distribuição do parasitismo entre Protista, Fungi e Animalia revela que esses organismos compartilham um padrão genético conservado que obrigatoriamente os coloca no mesmo filo.
Parasitas como Trypanosoma e Pneumocystis são classificados no mesmo reino por apresentarem forma unicelular, o que garante sua inclusão no grupo Protista segundo a taxonomia de Whittaker.