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Durante o plantão noturno, uma paciente de 67 anos, portadora de DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), evolui com desconforto respiratório progressivo. O exame físico revela tórax em inspiração fixa, com movimentos reduzidos das paredes torácicas e uso de musculatura acessória. A ausculta mostra murmúrio vesicular globalmente diminuído, e a radiografia de tórax revela hiperinsuflação pulmonar com aumento do diâmetro ântero-posterior. Ao discutir o caso com os internos, o médico responsável ressalta que o movimento das articulações torácicas é fundamental para a ventilação pulmonar eficiente, e que alterações nessa mecânica contribuem significativamente para a dispneia nesses pacientes. Considerando a anatomia funcional das articulações do tórax, qual das alternativas descreve corretamente a relevância clínica dessas articulações no contexto da mecânica respiratória?

A

A articulação esternoclavicular é uma sinartrose imóvel e, portanto, não participa da mobilidade torácica durante os movimentos respiratórios.

B

As articulações costovertebrais e esternocostais, por serem sinoviais, permitem a elevação das costelas durante a inspiração, aumentando o volume torácico.

C

A manubrioesternal é uma diartrose altamente móvel e sua flexibilidade é essencial para a ventilação normal.

D

A primeira articulação esternocostal é sinovial, o que permite movimentos amplos na base torácica durante a inspiração.

E

A movimentação torácica durante a respiração depende exclusivamente da contração diafragmática, sem participação das articulações costovertebrais ou esternais.

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