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Hepatites Virais|Colunistas

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Índice

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Características Gerais

  • Lesão aguda dos hepatócitos determinada por infecção viral.
  • Maioria dos casos: autolimitada – duração de 1 a 2 meses e sem complicações.
  • Todas as hepatites virais são de notificação compulsória.
  • Notificação em até 7 dias.
  • Duração de até 6 meses.

Quadro Clínico

Fase Prodrômica

  • Sintomas inespecíficos, sistêmicos e gastrointestinais
  • Mal-estar
  • Astenia
  • Anorexia
  • Náuseas
  • Vômitos
  • Diarreia
  • Perda ou perversão do paladar e olfato
  • Artralgias e/ou artrites (deposição de imunocomplexos)
  • Glomerulonefrite aguda (deposição de imunocomplexos)
  • Mialgias
  • Tosse
  • Coriza
  • Cefaleia
  • Fotofobia
  • Se assemelha a um quadro gripal
  • Febre leve: 38º a 38,5º
  • Se febre alta, pensar em outro diagnóstico: dengue, leptospirose, colangite aguda
  • Mas lembrar que a febre alta pode acompanhar uma hepatite viral fulminante
  • Hepatomegalia dolorosa
  • Em crianças a fase prodrômica pode não ser notada!!

Fase Ictérica

  • Icterícia associada ou não
  • Colúria
  • Hipocolia ou acolia fecal
  • Prurido
  • Achados sistêmicos podem estar diminuídos
  • Sintomas GI podem acentuar:
  • A fase ictérica pode não acontecer
  • Manifestações da cronificação da doença podem ser vistas anos depois: hipertensão portal, cirrose hepática

Fase de Convalescência

  • Percepção do paciente da melhora de seus sintomas
  • Pode durar algumas semanas
  • Término: fim do quadro agudo de hepatite
  • Paciente pode estar curado ou evoluir para cronicidade

Síndrome Pós-Hepatite

  • Sintomas persistentes
  • Fadiga
  • Dor no hipocôndrio direito
  • Intolerância a alimentos gordurosos e ao álcool
  • Palpação dolorosa do HD
  • Elevação discreta das aminotransferases

Achados Laboratoriais

  • Hemograma
  • Leucopenia (queda de neutrófilos e linfócitos, que evolui para linfocitose)
  • Enzimas hepáticas:  aminotransferases
  • ALT (TGP) e AST (TGO)
  • Aumento acima de 10 vezes o limite superior da normalidade
  • Bilirrubina total, direta e indireta
  • Aumento predominante da bilirrubina direta (não vai ser excretada pelos canalículos biliares)
  • Albumina, tempo e atividade de protrombina (TAP)
  • Paciente obnubilado que possivelmente está evoluindo para insuficência hepática fulminante, deve-se avaliar
  • Hipoalbuminemia
  • Alargamento do TAP
  • Encefalopatia hepática
  • Principais critérios de mau prognóstico: insuficiência hepática
  • Fosfatase alcalina
  • Gama-GT

Hepatite A

Epidemiologia

  • Vírus de RNA- HAV
  • Grupo mais acometido: crianças abaixo de 10 anos
  • Pico de incidência entre 5-6 anos
  • Regiões com maior número de casos: norte e nordeste
  • Vacinação faz parte do calendário vacinal básico
  • Forma de transmissão: fecal-oral
  • Interpessoal
  • Água e alimentos contaminados
  • Aglomerados humanos- asilos, creches; são propensos a surtos
  • Transmissão parenteral (rara)
  • Transmissão sexual (sexo anal-oral)

Patogenia

  • HAV resiste ao pH ácido gástrico
  • Penetração na mucosa intestinal -> circulação porta -> fígado
  • Vírus órgão-específico: a replicação viral ocorre apenas nos hepatócitos!
  • Induz resposta imune no hospedeiro que leva à lesão hepatocelular
  • Principalmente mediada por LTCD8+
  • Vírus é encontrado na saliva (mas não é transmitido por esse fluido) e nas fezes

Manifestações Clínicas

  • Infecção pode ser assintomática (principalmente em crianças)
  • Quadro leve
  • Icterícia só ocorre em 5-10% das crianças
  • Adultos: sinais mais acentuados e prolongados
  • Icterícia em 70-80% dos adultos
  • Hepatite mais relacionada à síndrome colestática intra-hepática
  • Prurido intenso
  • Colúria
  • Acolia fecal
  • Elevação de fosfatase alcalina, Gama-GT, bilirrubina direta, ALT e AST

Diagnóstico

  • Anti-HAV IgM: fase aguda -> persistem aumentados por 3 a 6 meses
  • Somente o achado de IgM anti-HAV autoriza o diagnóstico de hepatite A aguda!
  • Anti-HAV IgG: fase de convalescência -> persistem por tempo indefinido
  • Hepatite A não cronifica

Tratamento

  • Repouso relativo (atividade física conforme a tolerância do paciente)
  • Aumento da ingesta calórica
  • Medicamentos sintomáticos
  • Antitérmicos
  • Antieméticos
  • Não usar paracetamol -> hepatotóxico
  • Não ingerir álcool por pelo, menos, 6 meses
  • Pacientes com hepatite fulminante devem ser encaminhados para centros com capacidade de realização de transplante hepático

Prognóstico e Profilaxia

  • Prognóstico excelente, recuperação total e sem sequelas
  • Não se cronifica
  • Causa infrequente de hepatite fulminante -> complicação maior em idosos
  • Profilaxia: imunização
  • Dose única aos 15 meses de vida: pode ser administrada até os 23 meses
  • Pode ser necessário o afastamento do paciente de suas atividades durante as primeiras 2 semanas da doença
  • O HBsAg positivo indica a presença do vírus B no organismo.
  • A presença do HBsAg por mais de seis meses significa cronificação da infecção.
  • Anti-HBs positivo + desaparecimento do HBsAg: indica a cura da hepatite B, o anti-HBs é um anticorpo neutralizante
  • Antígeno do núcleo central: HBcAg
  • O antígeno “c” (HBcAg) não é detectado no sangue, pois faz parte da estrutura interna do vírus B e não é secretado
  • Anti-HBc: principal marcador da infecção pelo vírus B
  • Em conjunto com o HBsAg, compõe os dois marcadores sorológicos mais importantes para o diagnóstico de hepatite B aguda
  • Anti-HBc: não é neutralizante, então não pode ser usado para verificar cura.
  • Antígeno secretado na corrente sanguínea pelos hepatócitos infectados quando em altas taxas de replicação viral: HBeAg
  • HBeAg: indica alta viremia, fase replicativa – alta infectividade. Ele também é um marcador da agudização da hepatite B crônica.
  • Anti-HBe: fase não replicativa – baixa infectividade

Epidemiologia

  • Faixa etária mais acometida: 20 a 69 anos
  • Média de idade: 35 anos
  • Predomínio no sexo masculino
  • Maior ocorrência nas regiões sul e sudeste (provável subnotificação nas demais regiões)
  • Principal via de transmissão: sexual
  • Via Vertical
  • Intrauterina: incomum
  • Perinatal: durante o parto – 90 a 95% dos casos
  • Se infecção aguda da mulher na gestação: maior chance de transmissão no 2º e 3º trimestres
  • Pós-parto: não se recomenda suspensão do aleitamento materno
  • Via Horizontal
  • Via Percutânea
  • Materiais perfurocortantes contaminados
  • Via Hemotransfusão – insignificativo atualmente
  • Via Transplante de órgãos – insignificativo atualmente

Patogenia

  • Indução de resposta imune pelo vírus
  • LTCD8+ e citocinas pró-inflamatórias, como TNF-α

Manifestações Clínicas

  • Dependem de 3 fatores
  • Idade de infecção
  • Estado imune do indivíduo
  • Nível de replicação viral
  • Infecção perinatal ou na infância
  • Quadro oligo ou assintomático
  • Porém elevado risco de cronicidade
  • Adultos
  • Sintomas mais proeminentes
  • Pouca chance de cronicidade
  • Idosos
  • Quadro mais grave

Forma Assintomática

  • Elevação das aminotransferases
  • Elevação das aminotransferases
  • Presença de marcadores sorológicos

Forma Anictérica

  • Sintomas da fase prodrômica (“quadro viral”)
  • Elevação das aminotransferases
  • Presença de marcadores sorológicos

Forma Ictérica

  • Clássica
  • Fácil diagnóstico

Forma Recorrente

  • Novas elevações das aminotransferases em pacientes que já haviam melhorado ou reduzido seus níveis
  • Acontecem somente dentro dos 6 meses – após isso é considerada hepatite crônica

Forma Colestática

  • Intensa acolia fecal e prurido
  • Aumento progressivo da bilirrubina direta, fosfatase alcalina e Gama-GT

Hepatite Aguda Grave: Hepatite Fulminante

  • 1% dos casos
  • Quadro de insuficiência hepática que evolui para encefalopatia hepática em 8 semanas a partir do início do quadro clínico
  • Acentuação dos sintomas GI durante a fase ictérica
  • Febre persistente
  • Intensificação da icterícia
  • Redução do fígado à palpação abdominal
  • Flapping – tremor involuntário
  • Distúrbios eletrolíticos
  • Distúrbios da consciência
  • Redução das aminotransferases
  • Leucocitose com neutrofilia e desvio à esquerda
  • Letalidade de 50-60%
  • Marcadores sorológicos
  • Desenvolvimento precoce dos anticorpos anti-HBs, anti-HBc e anti-HBe
  • Anti-HBc IgM é encontrado em títulos altíssimos
  • Cura: HBsAg negativo + AntiHBs positivo

Manifestações Extra-hepáticas

  • Características gerais
  • Cerca de 10-20% dos pacientes
  • Principalmente os portadores da forma crônica
  • Circulação e deposição de imunocomplexos
  • Poliartrite nodosa
  • Vasculite necrosante sistêmica
  • 30% dos pacientes com PAN tem positividade para HBsAg
  • Glomerulonefrite
  • Membranosa: forma histopatológica mais comum
  • Mais frequente nas crianças
  • Pacientes com glomerulonefrite tem doença hepática leve
  • Acrodermatite Papular/ Doença de Gianotti
  • Erupção maculopapular
  • Eritematosa
  • Não pruriginosa
  • Simétrica
  • Locais: face, membros e nádegas
  • Duração: 15 a 20 dias
  • Mucosas são poupadas
  • Adenopatia inguinal e axilar
  • Principalmente em crianças, com menos de 4 anos

Diagnóstico

  • Hepatite B aguda: HBsAg e anti-HBc IgM positivos
  • O encontro de anti-HBc IgM fecha o diagnóstico de hepatite B aguda, quaisquer que sejam os resultados dos outros marcadores.
  • Situações em que o HBsAg é positivo
  • Hepatite B aguda
  • Hepatite B crônica
  • Portador assintomático do vírus
  • HBsAg negativo
  • Não exclui a possibilidade de hepatite B
  • Pode representar uma fase de janela imunológica
  • Cerca de 1-5% dos portadores de hepatite B possuem doença oculta (não detectável pelos exames sorológicos)
  • HBsAg positivo e Anti-HBs IgM negativo e Anti-HBs IgG positivo
  • Hepatite crônica
  • HBsAg negativo e Anti-HBs IgM negativo e Anti-HBs IgG positivo
  • HBsAg falso-negativo OU infecção por hepatite B já antiga e curada
  • Verificar, nesses casos, o Anti-Hbs
  • Se positivo, cicatriz imunológica
  • Pesquisa de DNA viral: esclarece a dúvida
  • HBsAg Negativo / Anti-HBc (IgM) Negativo – (IgG) Negativo / Anti-HBs Positivo
  • Imunização vacinal

Tratamento

  • Repouso relativo
  • Dieta com fácil aceitação
  • Evitar paracetamol
  • Não ingerir álcool
  • Anti-eméticos para náuseas e vômitos

Prognóstico e Profilaxia

Hepatite C

Características Virais

  • Vírus de RNA- HCV
  • 7 genótipos
  • Mais frequente: genótipo 1 (64,9%)
  • Outros no Brasil: 3, 2, 4 e 5
  • Vírus extremamente mutagênico – dificuldade de se criar uma vacina

Epidemiologia

  • Média de idade: 46,3 anos
  • Predomínio no sexo masculino
  • Maior ocorrência nas regiões sul e sudeste (provável subnotificação nas demais regiões)
  • Cirrose afeta 1/3 dos portadores crônicos – décadas após o contágio
  • Principal causa de transplante hepático atualmente – devido ao alto índice de cronificação, que pode levar ao desenvolvimento de cirrose ou carcinoma hepatocelular, que podem necessitar transplante
  • Forma e vias de transmissão
  • Contato com sangue contaminado
  • Via Percutânea
  • Principal forma de transmissão atual é pelo uso de drogas ilícitas injetáveis
  • Via Hemotransfusão
  • Via Transplante de Órgãos
  • Via sexual e perinatal: não tão comum como na hepatite B– concentrações baixas do HCV nos líquidos corporais
  • A transmissão vertical ocorre em cerca de 5% dos bebês nascidos de mães com carga viral elevada
  • Coinfecção pelo HIV: aumento do risco em 4x
  • Hepatite C não contraindica o aleitamento materno
  • Suspender apenas se fissuras no mamilo

Manifestações Clínicas

  • Menos de 20% dos infectados se tornam sintomáticos na fase aguda!
  • Probabilidade de cronificação do indivíduo agudamente infectado: aproximadamente 80%
  • Clínica semelhante às demais hepatites

Manifestações extra-hepáticas: mais comuns na fase crônica da doença

Diagnóstico

  • Não costuma ser feito na fase aguda (maioria assintomáticos)
  • 80% dos pacientes: anticorpos anti-HCV – só positivam 8 a 12 semanas depois – não determinam fase ativa
  • O anti-HCV pode ser cicatriz sorológica, permanecendo sempre positivo. Portanto, deve-se fazer pesquisa de HCV-RNA.
  • 20%: pesquisa do HCV-RNA
  • Deve sempre ser utilizado para confirmar que o anti-HCV positivo significa infecção ativa pelo vírus C

Tratamento

  • Hepatite C aguda: drogas antivirais – previnem a cronificação da doença
  • Critérios para início do tto agudo
  • Paciente sintomático/ictérico: não começar imediatamente
  • Assintomático (ex.: vítima de exposição ocupacional que está sendo laboratorialmente monitorada), deve-se iniciar o tratamento imediatamente!
  • 2 esquemas podem ser utilizados
  • Interferon convencional em monoterapia

Interferon convencional + ribavirina

Hepatite D

Características Virais

  • Vírus de RNA- HDV
  • Necessita da presença/associação com o vírus da hepatite B para a sua sobrevivência
  • Único vírus (em relação aos demais das hepaites) que ataca diretamente o hepatócito na fase aguda -> citopático

Epidemiologia

  • Coinfecção com HBV é endêmica na Amazônia, no norte da África e nos países do Mediterrâneo
  • Coinfecção: HDV infecta o indivíduo de forma simultânea ao HBV
  • Superinfecção: o HDV infecta o indivíduo cronicamente afetado pelo HBV
  • Mais frequente que a coinfecção
  • Mais provável de causar hepatite D crônica
  • 20% dos casos: hepatite fulminante
  • 70% dos casos: cirrose em até 2 anos

Diagnóstico

  • Mais comum: pesquisa do Anti-HDV

Hepatite E

Tratamento

  • Alfapeguinterferon + tenofovir ou entecavir, por 48 semanas, podendo-se repetir por mais 48 semanas caso necessário (isto é, totalizando 96 semanas de tratamento nos pacientes que persistem com dano hepático sustentado)

Características Virais

  • Vírus de RNA- HEV
  • Genótipos 1 e 2: vírus primariamente humano -> forma epidêmica da doença
  • Genótipos 3 e 4: vírus primariamente suínos -> forma autóctone da doença

Epidemiologia

  • Via de transmissão: fecal-oral
  • Forma epidêmica: comum na África e na Ásia
  • Predomina em adolescentes e adultos jovens
  • Não cronifica
  • Tendência à maior ocorrência de gravidade: gestantes
  • Em 20-30% dos casos ocorre hepatite fulminante
  • Forma autóctone
  • Principal reservatório: suínos
  • Principal via de aquisição: ingestão de carne suína mal cozida
  • Predomina em pessoas mais velhas e idosos
  • Quanto maior a idade, maior a ocorrência de manifestações clínicas
  • Predomínio no sexo masculino

Manifestações Clínicas

Hepatite e Epidêmica

  • Início: assintomático, porém com alta reprodução viral – fase de viremia
  • Lesão hepatocelular e manifestações secundárias
  • Fase de convalescência

Hepatite E Autóctone

  • Geralmente subclínica ou assintomática (com exceção dos idosos)
  • Complicações
  • Descompensação da função hepática – icterícia, ascite e encefalopatia
  • Artrite
  • Pancreatite
  • Aplasia de medula
  • Manifestações extra-hepáticas mais comuns: neuropatias
  • Pode cronificar
  • Principalmente em imunossuprimidos

Diagnóstico

  • Considerar a pesquisa de hepatite E em casos específicos
  • Quando hepatite A, B e C, infecção por CMV e por Epstein-Barr foram descartadas
  • Histórico de viagem ou procedência de uma região endêmica para o HEV.
  • Ocorrência de uma epidemia de hepatite aguda cuja investigação revele o contágio por uma fonte comum de água.
  • Anti-HEV e RNA-HEV

Autor (a): Lanna do Carmo Carvalho

Referências

http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/hv/o-que-sao-hepatites-virais%23:~:text%3DAs%2520hepatites%2520virais%2520s%25C3%25A3o%2520um,ou%2520seja%252C%2520n%25C3%25A3o%2520apresentam%2520sintomas.&ved=2ahUKEwjerZDCgOD0AhXnK7kGHfbUAhAQFnoECAYQBQ&sqi=2&usg=AOvVaw31Moz6gVWCLtw_LcWFuvJe

https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&url=http://www.aids.gov.br/pt-br/hepatites&ved=2ahUKEwjerZDCgOD0AhXnK7kGHfbUAhAQFnoECEgQAQ&sqi=2&usg=AOvVaw35dZdoRFZGgbhH2B_Da5Vl

https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Hepatites-virais&ved=2ahUKEwjerZDCgOD0AhXnK7kGHfbUAhAQFnoECDoQAQ&sqi=2&usg=AOvVaw2J_X8JiOUi4i9aP7fBNxs-



O texto é de total responsabilidade do autor e não representa a visão da sanar sobre o assunto.

Observação: material produzido durante vigência do Programa de colunistas Sanar junto com estudantes de medicina e ligas acadêmicas de todo Brasil. A iniciativa foi descontinuada em junho de 2022, mas a Sanar decidiu preservar todo o histórico e trabalho realizado por reconhecer o esforço empenhado pelos participantes e o valor do conteúdo produzido. Eventualmente, esses materiais podem passar por atualização.

Novidade: temos colunas sendo produzidas por Experts da Sanar, médicos conceituados em suas áreas de atuação e coordenadores da Sanar Pós.


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