A insônia e ansiedade são muito vinculadas. A anamnese da insônia deve ser detalhada:
- Padrão do sono – quando ocorre? É no início? O sono é fragmentado? Tem despertar precoce?
- Aspectos comportamentais: bebe café a noite? A retirada do café pode melhorar a insônia;
- Aspectos cognitivos: se perde uma noite de sono, fica com medo de perder a segunda;
- Problemas clínicos: acordar para fazer xixi, despertar devido a dor crônica… situações clínicas que podem estar relacionadas a insônia;
- Sintomas psiquiátricos associados;
- Uso de substâncias: cafeína, anfetamina.
A dificuldade de manter o sono tem sido a queixa mais frequente de distúrbio do sono (envolve ela, dificuldade de iniciar o sono e despertar precoce). O padrão do sono é relevante para a escolha da medicação a depender da sua meia-vida. O zolpidem, por exemplo, é um medicamento com meia-vida de 4 horas e por isso não é utilizado para tratar insônia terminal.
Consequências da insônia crônica
- Dificuldade da concentração, atenção;
- Diminuição do desempenho;
- Repercute no trabalho e nos relacionamentos;
- Cometem mais erros;
- Tem mais acidentes de trabalho;
- Tem mais acidentes de trânsito;
- Mais absenteísmo.

Repercussões diretas
- Prejuízo cognitivo;
- Alteração do humor, irritabilidade;
- Maior incidência de problemas de saúde;
- Mais consultas médicas e hospitalizações;
- Maior utilização de medicamentos em geral.
Maior risco de:
Insônia e dor
Algumas pessoas não conseguem dormir devido a dor, podendo ser a causa da insônia. A dor tira o sono e uma noite mal dormida culmina no aumento dessa dor, formando um ciclo.
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