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Inovações na medicina: todas valem a pena? | Colunistas

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Prestar
atenção é difícil! Como assim? Ora, a humanidade nunca produziu tanto conteúdo
e dados como na contemporaneidade. Você até pode perguntar, “será que é tanto
assim?”. De acordo com o website fast company
criou-se, até agora, na humanidade, cerca de 300 Exabytes (equivalente a
300.000.000.000.000.000.000 byte), ou seja, realmente bastante informação.

De
fato, é possível estender esse pensamento para a área da medicina também, pois
ela não escapa de ser atualizada a cada dia com suas inovações tecnológicas,
farmacológicas e/ou clínicas. E, hoje em dia, muitas vezes há um sentimento por
parte do médico (ou até do paciente!) de defasagem ou de que este, por não
saber sobre algum novo procedimento que está na “moda”, possa ser considerado
ultrapassado.

Muitas
vezes você irá se deparar com algum novo medicamento, ou procedimento, e se
perguntar se realmente vale a pena trocar algo que já se usa há tanto tempo.

Para
que você tenha mais segurança nessas decisões, iremos discutir um pouco, ao
longo do texto, como avaliar as inovações!

1. Como decidir quando usá-las?

1.1 Tenha em mente que nem sempre deixar de oferecer algo novo ao paciente é sinônimo de obsolescência e que os benefícios podem ser pífios, ou até mesmo iguais aos do tratamento já existentes.

Um
exemplo disso é o Dr. Flávio Hojaji, professor da Faculdade de Medicina da USP
e especialista em cirurgia de cabeça e pescoço, que foi entrevistado pelo
Jornal da USP. Nessa entrevista ele cita a cirurgia robótica de tireoide como
uma novidade que não tem tantos benefícios, pois, além de uma cirurgia mais
longa do que seria a tradicional, o único benefício seria a mudança do local de
incisão.

1.2 Verifique se aquilo que você viu de novo foi reproduzido e testado várias vezes com sucesso.

Ora,
se você não tem base nenhuma para afirmar que tal fármaco, ou técnica
cirúrgica, obteve um resultado positivo, então é melhor não apostar todas as
fichas nisso (Lembra-se da fenilalanina?).

1.3 Obtenha os prós e contras daquilo que você quer utilizar para saber se vale realmente a pena!

Como elas podem ser úteis?

Não é
justo falarmos apenas dos malefícios, pois o progresso da ciência depende de
novas descobertas e seguir por caminhos ainda não percorridos é algo bom – se
souber como dosar.

Como exemplo
disso podemos citar um protótipo, que ainda está em fase de teste, criado por
pesquisadores liderados por Sérgio Mascarenhas, coordenador de Projetos do
Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo em São Carlos (SP).
Esse aparelho criado por eles permite uma medição da pressão intracraniana que
dispensa procedimentos invasivos para tal.

Ora,
ver a inovação como algo amedrontador, causador de muitas dúvidas, é algo que
precisa ser combatido e, para isso, é necessário estar disposto a pesquisar
sobre o assunto e saber que você também pode contribuir para um avanço da
ciência descobrindo se aquilo vale a pena ou não para o seu paciente da melhor
forma possível.

Afinal, o melhor para o paciente é aquilo que o médico mais anseia, e vencer o medo do novo, correr atrás da informação e conseguir reproduzi-la para conseguir tal façanha é simplesmente algo inefável!

*Escrito por Matheus Siqueira 

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