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Um pequeno resumo sobre a cirrose | Colunistas

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A cirrose hepática é um processo patológico irreversível do parênquima hepático caracterizado por dois componentes: 

  1. fibrose hepática “em ponte”, com formação de shunts vasculares no interior dessas traves fibróticas. 
  2. rearranjo da arquitetura lobular nos chamados nódulos de regeneração, desprovidos de comunicação com uma veia centrolobular.  

É a resposta comum do parênquima hepático a qualquer estímulo lesivo persistente, representado geralmente por inflamação e necrose hepatocitária. 

Resumo da fisiopatologia da cirrose 

As células de Kupffer, ao sofrerem injúrias por uma série de toxinas (o que inclui álcool, drogas, medicamentos) passam a secretar citocinas inflamatórias.

Essas atuam agora nas células de Ito as quais normalmente produzem Vit. K, mas que sob estímulo das citocinas passam a sintetizar colágeno. Há a chamada capilarização dos sinusoides, pois eles perdem suas fenestrações, o que afeta as trocas gasosas entre o sangue e os hepatócitos.

Além desse dano sinusoidal, as células estreladas tornam-se miofibroblastos, se contraindo e diminuindo o diâmetro dos sinusoides, explicando porque a cirrose pode evoluir com hipertensão portal intra-hepática. Isso causa uma desestruturação do parênquima hepático, gerando feixes de fibrose (devido à essa síntese de colágenos) além de nódulos de regeneração, pois como haverá danos aos capilares hepáticos, o sangue não consegue chegar adequadamente aos hepatócitos e eles acabam morrendo e depois se regenerando de uma forma totalmente anárquica. 

Resumo das manifestações clínicas da cirrose

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Descrição gerada automaticamente

HIPERESTROGENISMO  

  • Eritema palmar 
  • telangiectasias  
  • ginecomastia 

HIPOANDROGENISMO: 

  • redução da massa muscular 
  • rarefação de pelos  
  • atrofia dos testículos 
  • redução da libido  
  • disfunção erétil  

DISTURBIOS HEMODINAMICOS (HIPERTENSÃO PORTAL) 

  • Redução da resistência vascular -> vasodilatação -> aumento débito cardíaco. 
  • Hipertensão portal -> pressão hidrostática -> extravasamento do líquido -> redução da volemia  -> redução do fluxo sanguíneo para os rins -> sistema renina angiotensina aldosterona ativado-> retenção hidrosalina -> ciclo vicioso
  • Fígado -> responsável pela produção de albumina (manutenção osmótica) -> perda vascular para o 3º espaço -> ascite…. 
  • Hepatomegalia 
  • Esplenomegalia -> hipertensão portal 

 •    Hipertensão portal -> ascite, varizes de Esôfago: HDA, plaquetopenia, leucopenia e anemia, circulação colateral.  

Outras alterações: 

  • Baqueteamento digital. 
  • Aumento da parótida. 

INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA DESCOMPENSADA: 

  • Icterícia. 
  • Encefalopatia hepática (acúmulo de amônia). 
  • Coagulopatia (comprometimento na produção de proteínas da coagulação -> tendência de hemorragia). 
  • Hipoalbunemia. 
  • Desnutrição.  
  • Imunodepressão.  

Etiologia da cirrose

  • Vírus Hepatotrópicos (C e B) 
  • Álcool (doença hepática alcoólica DHA) 
  • Drogas (metildopa/amiodarona/metotrexato/isoniazida/ fenitoina) 
  • Hepatopatias Autoimunes;  
  • Doenças Metabólicas; (esteato hepatite não alcoólica)  
  • Hepatopatias Colestáticas; 
  • Doenças da Infância; cirrose criptogênica (Idiopática). 

Hepatite C crônica e a doença hepática alcoólica são  responsáveis por cerca de 80% dos casos de cirrose no Brasil! 

Resumo de etiologias raras de cirrose: 

  1. Deficiência de alfa-1-antitripsina 
  2. Cirrose cardíaca 
  3. Galactosemia 
  4. Tirosinemia 
  5. Fibrose cística 
  6. Atresia congênita das vias biliares 
  7. Cistos de colédoco 
  8. Colestase intra-hepática familiar progressiva 
  9. Rarefação de Ductos Biliares Interlobulares (RDBIL) 
Uma imagem contendo Diagrama

Descrição gerada automaticamente

Resumo do diagnóstico de cirrose 

Os portadores de cirrose hepática podem se apresentar de variadas maneiras: (não são específicos de nenhuma etiologia) 

  • Hemorragia digestiva alta ou baixa.  
  • Ascite. 
  • Hepatomegalia e/ou esplenomegalia. 
  • Detecção de estigmas periféricos de insuficiência hepatocelular crônica (figura 5). 
  • Assintomático, sendo o diagnóstico aventado a partir do achado acidental de anormalidades laboratoriais ou radiológicas sugestivas da doença.  
  • Sinais incipientes ou manifestos de encefalopatia hepática.  
  • Sinais e sintomas sugestivos de Carcinoma Hepatocelular (CHC). 

EXAMES LABORATORIAIS: 

  • Aminotransferases (não estima a gravidade da doença, sugere lesão dos hepatócitos, pode estar normais na cirrose.) TGP
  • Fosfatase alcalina e gama-Glutamil Transpeptidase (gama-GT) -> elevação sugere sempre no acometimento biliar (Cirrose biliar primária e Colangite esclerosante) 
  • Bilirrubina -> geralmente as custas da fração direta 
  • Hipoalbuminemia -> insuficiência hepática -> desnutrição. 
  • Alargamento do tempo de protrombina e diminuição da atividade de protrombina -> função hepática: coagulopatia.  
  • Hipergamaglobulinemia 
  • Sódio sérico 
  • Pancitopenia -> hipertensão portal -> esplenomegalia -> hiperesplenismo. 
  • Marcadores séricos diretos e indiretos de fibrose avançada/cirrose. 

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: 

  1. avaliar as alterações morfológicas da doença; 
  2. avaliar a vascularização hepática e extra-hepática;  
  3. detectar e estimar os efeitos da hipertensão portal;  
  4. identificar tumores hepáticos, diferenciando o Carcinoma Hepatocelular (CHC) de outros tipos de tumor. 
  • Ultrassonografia convencional do abdome (USG).  
  • Ultrassonografia do abdome com Doppler (USGD). 
  • Tomografia computadorizada do abdome (TC). 
  • Ressonância Magnética (RM).  
  • Angiorressonância Magnética (ARM).  
  • Arteriografia com ou sem lipiodol (AG). 

Observe as alterações mais encontradas na cirrose hepática bem estabelecida: 

  • Normais nas fases iniciais 
  • Nodularidade da superfície hepática. 
  • Heterogeneidade do parênquima hepático.  
  • Alargamento da porta hepática e da fissura interlobar.  
  • Redução volumétrica do lobo hepático direito e do segmento médio do lobo hepático esquerdo. 
  • Aumento volumétrico do lobo caudado e do segmento lateral do lobo hepático esquerdo.  
  • Identificação de nódulos regenerativos. Neste caso, a RM constitui método superior aos demais. 

BIÓPSIA HEPÁTICA 

A biópsia hepática, além de confirmar o diagnóstico de cirrose, também pode fornecer pistas quanto a sua etiologia. É método padrão ouro. 

Quando os dados clínicos, laboratoriais e radiológicos são extremamente sugestivos de cirrose avançada (ex.: ascite, esplenomegalia, hipoalbuminemia, INR alargado, fígado atrofiado, heterogêneo e nodular) a biópsia geralmente é desnecessária (e até arriscada). 

Tabela

Descrição gerada automaticamente

Resumo tratamento cirrose

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  • Terapia antifibrótica  
  • Terapia nutricional 
  • Tratamento específico da causa 
  • Tratamento das complicações da cirrose

       • Transplante hepático 

Fármacos incluem a colchicina, propiltiouracil, interferon, lecitina poli-insaturada e o S-adenosil-metionina (SAME), entre outros. 

São recomendações dietéticas do Colégio Americano de Gastroenterologia:  

  • Conteúdo proteico diário: 1,0 a 1,5 g/kg de peso.  
  • Conteúdo calórico diário: mínimo de 30 kcal/ kg de peso, sendo: – 50 a 55% como carboidratos (preferencialmente, carboidratos complexos); e – 30 a 35% como lipídios (preferir lipídios insaturados com quantidades adequadas de ácidos graxos essenciais). 

O tratamento da cirrose compensada está direcionado para a prevenção do desenvolvimento da descompensação por:

  • Tratar a doença hepática subjacente (p.ex., terapia antiviral para hepatite C ou B) para reduzir a fibrose e evitar a descompensação;  
  • Evitar fatores que possam piorar a doença hepática, como o álcool e fármacos hepatotóxicos;  
  • Fazer um rastreamento para detectar varizes (para prevenir hemorragia varicosa) e carcinoma hepatocelular (para que o tratamento seja realizado no estádio inicial). 

O tratamento da cirrose descompensada se concentra em eventos descompensatórios específicos e na opção de transplante de fígado

Resumos eventos descompensatórios  

Confira as complicações: 

HIPERTENSÃO PORTAL OU INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA

•      Varizes e ascite -> hipertensão portal (HP) 

  • Icterícia -> insuficiência hepática (IH) 
  • Encefalopatia -> HP e IH  
  • Ascite complicada por infecção -> PBE

•   Ascite complicada por insuficiência renal funcional -> síndrome hepatorrenal. 

ENCEFALOPATIA HEPÁTICA  

Síndrome neuropsiquiátrica que pode surgir em pacientes com insuficiência hepática. Ocorre com a passagem de substâncias tóxicas para o cérebro. Em pessoas normais essas substâncias seriam metabolizadas no fígado. 

Hipertensão portal também, pois desvia o sangue mesentérico para a circulação sistêmica, sem passar pelo fígado, a qual não metaboliza tais substâncias.

Patogênese: 

  • Aguda -> geralmente reversível. 
  • Crônica -> alterações degenerativas no cérebro; pode causar edema cerebral. 

Metabolito tóxico: Amônia. 

Fontes de amônia: metabolismo das proteínas (glutamina) no intestino; metabolismo das proteínas pelas bactérias do intestino delgado; catabolismo da ureia secretada no intestino pelas bactérias colônicas. 

Em condições normais o fígado transforma a amônia em ureia ou glutamina. 

Outras substâncias: manganês, ácidos graxos, octopamina, mercaptanos, oxindoles, triptofano e benzodiazepinas. 

Manifestações Clínicas: 

  • Agressividade 
  • Agitação  
  • Sonolência/letargia  
  • Inversão do ciclo sono/vigília  
  • Fala arrastada 
  • Hálito hepático  
  • Asterixis  
  • Incoordenação muscular 
  • Hipertonia  
  • Escrita irregular 
  • Sinal de babinski  
  • Reflexos exacerbados  
  • Reflexos alentecidos 
  • Crises convulsivas  

Classificação: 

  • EH mínima (subclínica): alterações sutis, detectados apenas por testes neuro psicométricos; 70% dos pacientes. 
  • A guda esporádica, espontânea ou desencadeada por fatores precipitantes: forma mais comum. 
  • EH crônica  
  • EH associada a insuficiência hepática fulminante. 

Diagnostico:

CLÍNICO  

Tratamento  

  • Tratar os fatores desencadeantes  
  • Redução da produção e absorção da amônia no intestino  
  • Lactolose (lactulona) 
  • Antibióticos  
  • L-ornitina-L-Aspartato 
  • Suplementação de zinco  
  • Flumazenil: quando é desencadeada por benzodiazepínicos.  

ASCITE  

Presença de derrame líquido na cavidade pleural. É uma manifestação clínica de várias doenças.  

  • Sangue na cavidade: hemoperitonio.  
  • Pus na cavidade: Pioperitônio. 

Etiologia: 

  1. Hipertensão portal -> extravasamento de líquido pelo sinusoide -> intra-hepática:  
  • Pré-sinusoidal: esquistossomose. 
  • Sinusoidal: cirrose -> ascite. 
  • Pós-sinusoidal: doença venooclusiva. 

2. Doenças do peritônio 

  • Neoplasias e infecções (tuberculose peritoneal)  

Exames complementares e diagnóstico: 

  • TC e USG (valores menores que 100 ml)  
  • Paracentese diagnostica com envio de líquido para analise (se não conhecer a etiologia) 
  • GASA: albumina sérica ( se >1,1 = hipertensão portal)  
  • Contagem das proteínas  
  • > 250 células polimorfonucleadas 
  • Cultura  
  • LDH, glicose e fosfatase alcalina  
  • Amilase > 6 -> ascite pancreática  
  • Bilirrubina  
  • Adenosina deaminase > 40 = TB  
  • Micobactérias  
  • Citologia oncótica -> carcinomatose peritoneal  
  • Laparoscopia com biopsia> TB peritoneal e carcinomatose. 

Resumo do Tratamento na Cirrose hepática: 

  • Interrompe álcool  
  • Dieta hipossódica < 2g/dia 
  • Diuréticos -> antagonista da aldosterona + de alça -> 40 mg de furosemida + 100 mg de espironolactona. 
  • Internação 

Resumo de Síndrome Hepatorrenal

A síndrome hepatorrenal tipo 2 progride mais lentamente e está associada à ascite, que é refratária a diuréticos. Os pacientes com a síndrome hepatorrenal geralmente possuem ascite tensa que responde pouco aos diuréticos, mas nenhum sintoma ou sinal típico dessa entidade 

Exames e diagnostico de exclusão: 

  • Ureia e creatinina  
  • Eletrólitos  
  • Gasometria  
  • Hiponatremia (Na<130) e hipercalcemia  

Exames para avaliar disfunção hepática: 

  • TP, TTPA, INR, FATOR V 
  • Albumina sérica  
  • Transaminases  
  • Bilirrubina  
  • Punção de LA(liquido ascítico)  
  • Hemograma  
  • EDA (se HDA) 
  • Raio-X de tórax (pneumonia). Critérios diagnostico: 
  • Cirrose com ascite 
  • Cr>= 0,3 (aumento) em 48h ou 50% em 7 dias. 
  • Sem melhora após repor albumina por 48h. 
  • Ausência de choque, do uso de drogas nefrotóxicas  e alteração do parênquima renal  

Resumo de Peritonite Bacteriana Espontânea  

Exames complementares e diagnostico: 

  • Punção do LA (albumina e contagem das células) 

 -> lobo esquerdo 

  • Hemograma + coagulograma  
  • Ureia e creatinina (renal) 
  • Eletrólitos  
  • Bilirrubinas 
  • Proteínas séricas  

Exame físico:  

  • piparote 
  • semicírculos de skoda-> andar superior é  timpânico e o inferior é maciço. 
  • macicez móvel  

Tratamento: 

  • Cefotaxima (2g de 6/6h ou 8/8h) por 5 dias EV.  
  • Ceftraxona (2g por dia) por 5 dias EV. 
  • Ofloxacina, ciprofloxacina, amoxacilina clavulanato por 7 dias (2x dia via oral) 
  • Reposição de albumina  

Etiologias Aprofundadas 

Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica: 

  • esteatose: assintomáticos  
  • esteato-hepatite:  
  • mal-estar, fraqueza , desconforto em HD, exame físico: hepatomegalia firme e indolor  
  • cirrose  

Laboratório:  

  • pode ser normal  
  • aumento de TGO/TGP  
  • TGO:TGP <1  
  • aumento de GGT  
  • aumento de FA  
  • bilirrubina , coagulograma, albumina não servem para diagnóstico  
  • aumento de ferritina (inflamação sistêmica) 
  • aumentar autoanticorpos  

Para afastar:  

  • hemocromatose: cinética do ferro  
  •  hepatite: A, B, C  
  •  hepatite autoimune: FAN, anti-músculo liso e anti-LKM  Melhor exame: USG  biópsia – padrão ouro 

Doença hepática alcoólica 

  • esteatose (assintomático/ dor em HD, icterícia, hepatomegalia);  
  • esteato-hepatite (febre, icterícia, hepatomegalia, dor abdominal, anorexia, fraqueza, insuficiência hepática) ;  
  • cirrose (icterícia, edema, redução da albumina, encefalopatia, ascite, hepatomegalia , dor abdominal, anorexia, fraqueza , ginecomastia, eritema palmar, hemorragia digestiva) ;  

Quadro clínico: 

  • Contratura de Dupuytren;  
  • dor em HD, icterícia  
  • normalmente transaminase (< que 300): aumento das transaminase, leucocitose com predomínio de neutrófilo , aumento de bilirrubina, aumento da GGT , aumento de RNI ; TGO>TGP(>2) ; anemia macrocítica, hipoalbuminemia, plaquetopenia( hiperesplenismo e efeito direto do álcool na 

medula), macrocitose(deficiência de B12 e/ou ácido fólico), aumento de transferrina deficiente em carboidrato. Cirrose biliar primária 

Quadro clínico: 

Mulher entre 40 a 60 anos. 

  • assintomático  
  • fadiga (50%)  
  • prurido (70-20%), precedendo a icterícia, piora a noite e em dias quentes e úmidos  
  • desconforto no HD  
  • sintomas de insuficiência hepática direto (8%)  
  • icterícia  
  • perda ponderal  
  • dor no HD  

Pele:  

  • xantoma  
  • xantelasma  
  • pele ressecada  
  • icterícia  
  • deposição de melanina  
  • esplenomegalia  
  • cirrose  

Laboratório  

  • AUMENTO DA FA  
  • hipercolesterolemia (50%) – pode exceder 1000mg/dl  
  • aumento da bilirrubina(prognóstico ruim)  
  • GGT pode estar aumentada  
  • aumento das transaminases  
  • aumento da ceruloplasmina(na doença de Wilson está diminuída) 

Cirrose: hipoalbuminemia e aumento do TAP. 

Anticorpos:  

  • anticorpo antimitocôndria IgM: 95% dos casos. Antimitocôndria maior ou igual a 1:80 
  • FAN 
  • associa a outras doenças autoimunes  2 dos 3 critérios diagnóstico:  
  • presença do anticorpo antimitocôndria  
  • hepatograma sugestivo de colestase (aumento da 

FA)  

  • biópsia mostrando colangite destrutiva  

Biópsia não é obrigatória, mas é feito na maioria das vezes para estadiar e avaliar prognóstico. 

Caso clínico resumo cirrose

  1. CHECAR PULSO, PERFUSÃO CAPILAR, VER GASGLOW. (< 8 INTUBAR) 
  2. MONITORAR SINAIS VITAIS  
  3. COMEÇAR ANAMNESE 
  4. PERGUNTAR SE TEM ALERGIA MEDICAMENTOSA
  1. ESTABILIZAR PACIENTE: 2 ACESSOS PERIFERICOS + 

OXIGÊNIO + TRATAR DE ACORDO COM SINAIS 

VITAIS 

  • FEBRE: PARACETAMOL. 
  • PRESSÃO ALTA: FUROSEMIDA 40mg. 
  • SATURAÇÃO: DEPENDE DO GASGLOW.  
  1. PEDIR EXAMES:  
    • FUNÇÃO HEPATICA (TGO, TGP, 

ALBUMINA, BILIRRUBINA, GAMA GT, 

FOSFATASE ALCALINA, TAP)  

  • FUNÇÃO RENAL (CREATININA, UREIA, SÓDIO, POTÁSSIO, CÁLCIO) 
  • GASOMETRIA 
  • HEMOGRAMA 
  1. EXAME FÍSICO: 
    • INSPEÇÃO:  CABEÇA E PESCOÇO -> TÓRAX (ACV, PULMONAR) -> ABDOME -> PELE > GENITALIA -> MMII. 
    • AUSCULTA: ACV -> PULMONAR -> ABDOME. 
    • PERCUSSÃO: PULOMAR-> ABDOME. 
    • PALPAÇÃO: ACV -> PULMONAR -> ABDOME (SUPERFICIAL E PROFUNDA) -> MMII. 

SINAIS: AXTERIS (FLAPPING) -> PIPAROTE. 

  1. PARACENTESE DIAGNOSTICA -> AVALIAR GASA. 
  1. PARACENTESE ABDOMINAL -> ALÍVIO DOS SINTOMAS -> ATÉ 5 LITROS NÃO PRECISA REPOR ALBUMINA. 
  2. ASCITE -> FUROSEMIDA. 
  3. ENCEFALOPATIA HEPATICA -> LACTOLONA 
  4. SE CONVULSIONAR -> DIAZEPAM 
  5. SINDROME HEPATORRENAL -> REPOR SÓDIO, POTÁSSIO, ALBUMINA (SORO).  

Autor (a): Lanna do Carmo Carvalho

Sugestão de leitura complementar

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