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Simulação realística como ferramenta de ensino | Ligas

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A simulação realística consiste
em uma metodologia de aprendizado inovadora, apoiada por tecnologias de baixa,
média e alta complexidade que, através de casos clínicos, permite a experiência
prática, em ambiente seguro, seguida de reflexão guiada, gerando um impacto
tanto acadêmico como em habilidade e atitudes relacionadas à prática
profissional.

Na nova era da medicina que busca
otimizar o conhecimento se destacou o estudo realizado pela National Training Lab. Bethel que se
intitula “A Pirâmide do Aprendizado” que comprova que a retenção do
conhecimento pode atingir até 90% de aproveitamento quando se dá pela prática.

Além disso, há o surgimento de
novas metodologias no âmbito acadêmico, que coloca o aluno como protagonista da
construção do seu conhecimento, tirando o indivíduo da posição passiva, de
apenas receptor da informação. E é nesse cenário que a simulação realística
parece funcionar como grade aliada do aprendizado teórico-pratico na área da
saúde, colocando o aluno sempre a frente e buscando o máximo aproveitamento nas
sessões de treinamento. Além de gerar segurança no momento do real atendimento,
diminuindo as chances de falha humana.

Apesar da simulação já ser
tradicionalmente cobrada nas principais provas de residência do país, ela ainda
está em ascensão nas Instituições de ensino brasileiras, sendo praticamente
restrita a médicos emergencistas do SAMU. Diferente dos Estados Unidos e
Europa, onde essa prática já está bem fundamentada.

Mas a passos largos a simulação
vem tomando seu espaço na medicina. Nos últimos anos houve grande incentivo de
implantação dessa nova forma de aprendizagem e até mesmo a criação de uma Olimpíada
de simulação realística, que acontece anualmente, sediada pelo Congresso
Brasileiro de Educação Médica (COBEM), conscientizando alunos de todo o Brasil
sobre a importância dessa técnica e encorajando o trabalho em grupo.

Motivos para implementação da simulação realística

Impacto de conhecimento

As situações simuladas exigem do
estudante raciocínio clínico direcionado, porém, permite a possibilidade do
erro, promovendo ambiente para intervenção do mentor, posicionando-se de modo a
corrigir e pontuar as melhorias que deverão estar presentes em uma condução clínica.
Além disso, como dito anteriormente, diversos estudos comprovam que utilizando
a metodologia do “fazer” otimiza demasiadamente o processo de retenção do
conhecimento.

Prova de residência

Atualmente a prova prática de
residência médica é considerada por muitos a fase mais difícil do processo
seletivo e, geralmente, corresponde a 40% de todo o conteúdo trabalhado no
processo de seleção. Portanto, é uma parte muito importante para aqueles que
sonham em engessar na tão sonhada residência.

A aplicação de simulação realística nas universidades busca preparar o aluno tanto para a parte acadêmica quanto psicológica. O treinamento repetitivo de um procedimento o torna medular e diminui as chances de erros. Além disso, aquele aluno que já foi submetido a situações avaliativas de simulação conseguem melhorar seu controle emocional mediante a essa situação de estresse, devido a sua familiaridade com o modelo de prova aplicado.

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Segurança no atendimento ao paciente  

O aluno que se aproxima do seu
futuro cotidiano profissional através da simulação desenvolve um olhar crítico
que favorece o seu aprendizado, além de diminuir suas inseguranças nos momentos
de atendimento, diminuindo a possibilidade de falha.

Esta aproximação da realidade
aumenta a capacidade de intervenção imediata após a identificação do problema e
a proposição de soluções, em prol dos melhores resultados terapêuticos.

Formação profissional

O uso da metodologia de simulação
realística surge como um fator importante para essa melhora ao reduzir erros e
melhorar o desempenho associado a assimilação prática dos conteúdos propostos.

Dicas para inserir a simulação realística na sua formação

Se a sua Universidade ainda não
conta com um bom laboratório de simulação não há motivos para estresse, existem
outras formas para implementar a simulação no seu cotidiano e melhorar o seu
rendimento.

Cursos de simulação

Algumas instituições como Albert
Einstein e o Hospital Sírio Libanês contam com bons laboratórios de simulação e
disponibilizam cursos práticos para médicos e acadêmicos interessados nesse
treinamento.

A vantagem é que conta com
simuladores de primeira linha, além de profissionais de excelência que
trabalham com as técnicas e dados mais atuais.

Os principais dificultadores são o preço e a ausência desses cursos em diversas capitais. Atualmente a maioria dos cursos de ponta acontecem em São Paulo, deixando as outras capitais um pouco afastadas dessa realidade. Outra questão importante é o preço, que gira em torno de R$ 1.600,00 a R$2.000,00 para cursos de média duração, mas que com certeza é um investimento que vale a pena para aqueles que tem a possibilidade de arcar com tais despesas.

Criação de uma liga acadêmica

Por definição, uma liga acadêmica
consiste em uma associação, sem fins lucrativos, que busca complementar a
formação do aluno. Ligas acadêmicas voltadas para o aprendizado com simulação
já é uma realidade, como por exemplo a SIMULI, a primeira liga do Espirito
Santo que traz essa nova temática como ponto principal: a união de alunos que
busca praticar e discutir casos clínicos com base na simulação. A composição
com alunos das diversas faculdades enriquece as discussões de caso e
possibilita que cada um seja protagonista da sua simulação, melhorando o
desempenho de cada aluno, em grupo e individualmente.

Como ponto positivo é uma
alternativa que não exige grande investimento financeiro, sendo necessário
apenas a seleção dos alunos interessados. Mas para que a liga aconteça deve
haver o envolvimento de todos os ligantes e vai requerer planejamento, metas e
comprometimento.

Como um dificultador na
implantação dessa ideia, encontramos a dificuldade em obter simuladores de alta
complexidade, que muitas vezes não estão disponíveis para as ligas. Mas isso é
um problema contornável, visto que muitos casos clínicos podem ser
desenvolvidos com simuladores de baixa e média complexidade.

Participação em eventos de simulação

Fique atento aos eventos! Muitos
eventos estão crescendo com essa proposta de simulação realística. Exemplo
disso é COBEM, como dito anteriormente, e eventos promovidos por diversas
faculdades.

É uma alternativa mais barata que
permite a vivência da simulação com uma bancada avaliadora, o que te prepara
para as provas tanto do ponto de vista acadêmico quanto emocional. Além disso,
você pode ser o protagonista dentro da sua instituição e sugerir uma olimpíada
interna, para fomentar essa prática entre seus colegas.

Bom, agora que já teve uma
pequena amostra sobre como a ambiente simulado é importante e instigante e você
já esta munido de diversas dicas de como implementar e melhorar seu desempenho
vá em busca de novos cenários, pesquise outras eventos e treine ao máximo suas
habilidades, sua nota na residência agradece – e seus pacientes também.

Liga acadêmica de
simulação realística do Espirito Santo – SIMULI

Instagram: @simuli.es

Autor: Klysmeynny Rosa Pasolini

Revisor: Raquel Bonicenha

Orientador: Paulo Alves Bezerra Morais


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