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Qual a real importância de atividades acadêmicas complementares para estudantes de medicina? | Colunistas

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É muito comum que os estudantes de medicina tenham uma única perspectiva sobre as atividades de extensão acadêmicas exigidas pela faculdade. Geralmente, acreditam que se trata apenas de uma obrigação burocrática de formalidade, mas será mesmo que é apenas sobre isso?

Elas têm muito mais a te oferecer do que meras horas complementares no currículo, basta descobrir quais são e como realmente podem te ajudar profissionalmente e pessoalmente – mudando sua perspectiva de vida.

O que pode ser considerada uma atividade acadêmica complementar?

  • Congressos;
  • Seminários;
  • Palestras;
  • Conferências;
  • Atividades Culturais;
  • Trabalhos Voluntários;
  • Estudo de Idiomas;
  • Iniciação Científica;
  • Publicações de Artigos Científicos;
  • Participação em Ligas Acadêmicas;
  • Monitoria;
  • Estágios em hospitais ou com médicos autônomos;
  • Apresentação de trabalhos/pôsteres em congressos etc.

São inúmeras as ações que podem ser realizadas para contabilizar as horas exigidas em instituições de ensino ou em um currículo ideal para residência, além disso, muitas já podem ser feitas pelo estudante desde o começo do curso, sem a necessidade de uma experiência prévia.

O que existe em comum entre as atividades acadêmicas complementares é que a escolha fica a critério do aluno, ou seja, você pode decidir o que executar e quando, diferente das matérias da faculdade que devem ser cumpridas independente de apreciação e com horários pré-determinados.

Você ganha muito mais do que certificados de horas complementares

Existe uma demanda em concluir as horas complementares solicitadas dentro do próprio curso de Medicina Humana (obrigatórias em todas as faculdades, podendo variar em quantidade), para que assim a formação acadêmica de Medicina Generalista tenha êxito. Entretanto, as atividades acadêmicas complementares também têm sua finalidade após a graduação, sendo esta, a ajuda no ingresso da Residência Médica desejada – agora não mais obrigatórias, ficando a critério do estudante expandir seu potencial acadêmico e mostrá-lo para facilitar sua aprovação, ou não.

Porém, apesar de suas conhecidas finalidades citadas acima, existem outras não tratadas com tamanha relevância assim, mas que deveriam. Como, por exemplo, toda a experiência que um jovem estudante inexperiente adquire ao criar e apresentar para profissionais antigos da área médica seu trabalho em eventos/congressos, ou então a “novidade” de estar estagiando em meio à especialistas e aprender enquanto une seu conhecimento teórico e prático ainda com pouca aptidão. Para isso, é importante dar valor ao aprendizado que você, estudante, ganha enquanto as efetua, porque ele não pode ser simplesmente representado por certificados com horas de conclusão.

Existe uma relação com a humanização da profissão

Dificilmente essa pauta é citada dentro desse contexto, mas não significa que não exista, e muito menos que não valha a pena ser compartilhada. A Medicina por ser conhecida como uma área muito delicada no quesito empatia e sensibilidade emocional, precisa que os acadêmicos se adaptem desde a faculdade com a relação médico-paciente para que no futuro saibam como acolher seus pacientes. E é por isso que as atividades acadêmicas complementares podem ter grande impacto na humanização do profissional do futuro.

Quando um aluno realiza estágios em hospitais ou com médicos autônomos, a lembrança de seu olhar encantado enquanto aquela realidade ainda não é sua rotina, pode permanecer durante toda sua vida profissional, trazendo maior amor e gratidão aos atendimentos efetuados posteriormente. Assim como trabalhos voluntários com pessoas em situações de vulnerabilidade, mesmo que não seja exercendo a medicina (porém dentro de hospitais, clínicas ou ambulatórios), ajudam o estudante a entender e aprender a lidar com a fragilidade antes mesmo de ter habilidades clínicas ou cirúrgicas para isso.

O aprendizado de como trabalhar com grupos de forma saudável

Outro ponto que pode ser agregado ao estudante após realizar atividades acadêmicas complementares, é o conhecimento de como deve ser um bom funcionamento de trabalhos em grupo. Mesmo que o curso em si de algumas faculdades traga isso durante sua didática de ensino, não é tão desafiador quanto um serviço extracurricular pode ser. Tal como a escrita de artigos/iniciações científicas, apresentação de trabalhos em congressos e afins, pedem um bom trabalho em equipe, onde para uma boa execução os afazeres devem ser compartilhados e conversados.

Esse conhecimento de que para um bom resultado toda ajuda deve ser aceita, também prepara os alunos para o mercado, onde a concorrência se alastra, mostrando que independente de cargos ou quantidade de obrigações, a mobilização de todos com respeito e diálogo é a melhor opção para adquirir sucesso na carreira médica. Treinando o estudante de medicina para que no futuro tenha consciência da divisão do trabalho com outros profissionais da saúde, sem querer todo o serviço para si ou ocasionar em discussões desnecessárias, além disso, gerando um ambiente de trabalho mais saudável.

As atividades complementares expandem você como um todo

Todos sabem da importância de suas notas durante a faculdade, mas o que você faz de extra também é muito relevante. Te ajuda a se tornar um(a) médico(a) melhor, mais humano e com grandes experiências profissionais. Utilizar todas as suas oportunidades de aprender fora do método convencional com as atividades acadêmicas complementares, pode ser uma boa escolha para uma maior expansão pessoal e profissional.

Então, selecione com cautela como irá ganhar suas horas complementares, lembre-se do poder que elas têm de transformar você e sua vida acadêmica, fazendo deste o seu diferencial, pois experiências serão sempre individuais, já que as grades curriculares não são.

Autora: Emily Silveira

Instagram: @emyslvr

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O texto é de total responsabilidade do autor e não representa a visão da sanar sobre o assunto.

Observação: material produzido durante vigência do Programa de colunistas Sanar junto com estudantes de medicina e ligas acadêmicas de todo Brasil. A iniciativa foi descontinuada em junho de 2022, mas a Sanar decidiu preservar todo o histórico e trabalho realizado por reconhecer o esforço empenhado pelos participantes e o valor do conteúdo produzido. Eventualmente, esses materiais podem passar por atualização.

Novidade: temos colunas sendo produzidas por Experts da Sanar, médicos conceituados em suas áreas de atuação e coordenadores da Sanar Pós.


Referências

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