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Orientações para a população sobre o coronavírus | Colunistas

Coronavírus

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1 – O Coronavírus é uma infecção que ainda não
possui um tratamento específico e que tem uma alta taxa de disseminação,
portanto a nossa melhor estratégia é a prevenção.

2 – Os principais sintomas são: FEBRE e TOSSE
SECA, mas também pode ocorrer dificuldade de respiração, congestão nasal,
coriza, dor de cabeça, dor de garganta, fadiga e diarreia.

3 – A orientação principal é a de evitar sair
de casa, porque muitos casos são assintomáticos, assim podemos contrair o
coronavírus de pessoas aparentemente sadias e depois transmitir para pessoas do
grupo de risco (idosos, pessoas com baixa imunidade e pessoas com doenças
crônicas).

4 – Se apresentar algum sintoma leve, fique em
casa pelo período de 14 dias e evite ir ao hospital: caso seja coronavírus, não
existe indicação de internação, caso não seja, você correrá o risco de estar em
um ambiente com pessoas infectadas e assim adquirir o coronavírus.

5 – Se apresentar sintomas moderados a graves
(por exemplo falta de ar, febre muito intensa e que não passa ao uso de
paracetamol/dipirona, confusão mental, dor de cabeça muito forte, entre outros)
procure orientação médica. O Ministério da Saúde criou um aplicativo para caso
de dúvidas, procure “Coronavírus SUS” na loja de aplicativos do seu celular.

6 – Hábitos de higiene também são importantes
formas de prevenção:

6.1 – Lave as mãos com água e
sabão constantemente, mesmo se estiver dentro de casa. Não tenha medo de lavar
por muito tempo, as melhores higienizações são realizadas com mais de 30
segundos de lavagem.

6.2 – Caso esteja fora de casa, o
uso de álcool gel 70% para higienizar as mãos é muito eficaz.

6.3 – Se precisar sair de casa,
tome banho assim que chegar e evite reutilizar a mesma roupa.

6.4 – Se sair de casa, evite
aglomerações e proximidade com outras pessoas, porque o vírus costuma se
dispersar pelo raio de 1,5m de uma pessoa doente.

6.5 – Evite cumprimentar as
pessoas com as mãos, prefira gestos e acenos de longe.

6.6 – Evite levar as mãos aos
olhos, nariz, boca e região genital. Antes, higienize as mãos. Fora de casa, redobre
este cuidado.

6.7 – É importante a limpeza de
objetos de uso pessoal (por exemplo CELULARES, chaves, anéis, relógios, óculos,
crachás, carteiras, bolsas…), com um pano limpo embebido em álcool 70%, porque
o vírus possui capacidade de sobreviver de horas até 9 dias sobre algumas
superfícies, mas com a limpeza adequada, ele é destruído em menos de 1 minuto.

6.8 – As principais substâncias
para fazer a inativação do vírus são o álcool 70% (líquido ou gel) e para
móveis e outras superfícies o hipoclorito de sódio a 0,1-0,5% (água sanitária
diluída).

6.9 – Se for espirrar ou tossir,
utilize um lenço descartável (e jogue fora após o uso) e logo em seguida
higienize as mãos. Caso não possua lenço, utilize o oco do cotovelo e assim que
possível o higienize de forma adequada.

6.10 – Não está indicado o uso de
máscaras faciais para pessoas sadias: são incômodas e nos fazem levar as mãos
ao rosto com mais frequência e caso estejam úmidas perdem completamente seu
efeito.

6.11 – Pessoas doentes ou com
sintomas de alarme (por exemplo febre e tosse) devem utilizar máscara facial,
que devem ser trocadas periodicamente.

6.12 – Não está indicado o uso de
luvas, porque podem dar a falsa sensação de proteção e a melhor estratégia é
lavar constantemente as mãos.

Orientações seguindo instruções da OMS,
Ministério da Saúde e Secretaria de Saúde do DF. Documento compilado pelos
estudantes Rodrigo Tinôco e Larissa de Sá do 5º ano do curso de Medicina da
ESCS-DF.

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