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Formação da Urina e Micção: esclareça as suas dúvidas!

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Confira um artigo completo que falamos sobre a Formação da Urina e Micção para esclarecer todas as suas dúvidas. Ao final, confira alguns materiais educativos para complementar ainda mais os seus estudos.

Boa leitura!

A Formação da Urina e Micção

Os rins são órgãos de extrema importância para o funcionamento e homeostasia do organismo. Muito conhecido por sua função de filtrar o sangue e eliminar os elementos indesejados, o rim possui algumas outras funções significativas nos processos fisiológicos do organismo humano, como regulação do equilíbrio de água e eletrólitos, regulação da osmolaridade dos líquidos corporais, regulação da pressão arterial, regulação do equilíbrio ácido-base e outros.

Ademais, o processo de Formação da Urina e Micção tem início na filtração glomerular, de forma que este filtrado segue por todo o néfron e sofre algumas alterações (específicas de cada região), até o ponto de percorrer pelos ureteres e ser armazenado na bexiga, ocorrendo, por fim, a micção (processo de esvaziamento da bexiga).

Formação da Urina e Micção: funções do sistema urinário

Como dito anteriormente, os rins possuem diversas funções, sendo basicamente divididas em dois “mundos”, o da filtração, eliminando o que não for necessário; e o de regulação, processo que mantém o ambiente interno estável, proporcionando para as células um ambiente adequado.

Excreção de produtos indesejados

Os rins são os meios primários para eliminação de produtos indesejáveis do metabolismo, fazem parte desse grupo de produtos: ureia (metabolismo dos aminoácidos), creatinina (da creatina muscular), do ácido úrico (metabolismo dos ácidos nucleicos), produtos finais da degradação da hemoglobina, como a bilirrubina, e metabólitos de vários hormônios.

Além disso, os rins eliminam a maioria das toxinas e das outras substâncias estranhas ao organismo, como os pesticidas, fármacos e aditivos alimentícios.

Regulação do equilíbrio de água e eletrólitos

Esse processo realizado pelos rins tem impacto direto na manutenção da homeostasia através do controle de quantidade de água e eletrólitos. Ou seja, quando ocorre, por algum motivo, seja fisiológico ou patológico, um desequilíbrio entre esses componentes (água e eletrólitos), é necessário que ocorra uma restauração do equilíbrio a nível renal.

Como exemplo, a entrada de água e eletrólitos é muito dependente dos hábitos de vida de cada indivíduo, requerendo que os rins se ajustam de forma a excretar ou absorver uma maior quantidade de determinado elemento.

VOCÊ SABIA? Os rins possuem uma enorme capacidade de alterar a excreção de sódio em resposta às mudanças na ingestão de sódio. Estudos revelam que essa variação pode ir de um décimo da taxa normal de ingestão até 10 vezes mais que o normal, sem que haja alterações significativas no volume de líquido extracelular ou na concentração plasmática de sódio.

Regulação da pressão arterial

Os rins possuem um importante papel na regulação da pressão arterial (PA) a longo prazo, através da excreção de quantidades variáveis de água e sódio. Além disso, podem influenciar na PA no curto prazo por meio da secreção de hormônios e fatores ou substâncias vasoativas, como a renina.

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