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ABCD do Trauma e a Decisão de Intubar na Emergência

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Por meio desse artigo, saiba como o ABCD do Trauma é importante na Decisão de Intubar o paciente na Emergência.

Boa leitura!

ABCD do Trauma

A avaliação inicial de um paciente grave inclui a aplicação do ABCD:

  • Airways – Vias aéreas
  • Breathing – Ventilação
  • Circulation – Circulação
  • Disability – Disfunção neurológica

O manejo das vias aéreas, quando necessário, será realizado nos dois primeiros tópicos: vias aéreas e ventilação. Observe a seguir como deve ser feita a abordagem.

Airways – Vias aéreas

Deve-se:

  • Verificar se o paciente tem as vias aéreas pérvias: conversar com paciente, procurar por sinais de obstrução (estridor, respiração ruidosa, cianose, corpo estranho);
  • Verificar se tem capacidade de proteger vias aéreas: no trauma, escala de coma de Glasgow (feito do D) <9 é indicação para realização de intubação orotraqueal (IOT). Além disso, deve-se avaliar se os reflexos protetores estão intactos, através da observação de deglutição espontânea ou voluntária e da presença de secreções na orofaringe posterior, buscando verificar o risco de aspiração;

Caso alterações sejam observadas, deve-se realizar manobras de liberação de vias aéreas: Chin-lift  ou Jaw-Thrust . Ademais, é essencial retirar corpos estranhos ou aspirar conteúdos que prejudiquem a perviedade das vias aéreas.

Imagem ilustrativa da Manobra Chin-lift: elevação do mento.

Imagem: Manobra Chin-lift: elevação do mento. Fonte: ATLS, 2018.

Imagem ilustrativa da Manobra Jaw-Thrust: anteriorização da mandíbula.

Imagem: Manobra Jaw-Thrust: anteriorização da mandíbula. Fonte: ATLS, 2018.

Breathing – Ventilação

Deve-se avaliar simetria, expansibilidade, uso de musculatura acessória, padrão respiratório, ausculta respiratória e frequência respiratória.

Havendo alterações patológicas é essencial o suporte de O2, seja ventilação não invasiva (VNI), IOT, ventilação mecânica ou outros dispositivos mais simples, a depender da gravidade do quadro clínico. Além disso, deverá ser feito o tratamento etiológico: curativo de três pontas, punção de alívio, drenagem de tórax, entre outros.

Cateter nasal

  1. Baixos fluxos

-Máximo 5 L/min;

-Reservado para casos menos graves;

-Cada L/min aumenta em 3 a 4% a FiO2;

-A 5 L/min: FiO2 entre 36 a 41%.

  1. Máscara simples

-Fluxos entre 5 e 8 L/min;

-Apresentam um reservatório de 100 a 200 mL de O2;

-Permite obter uma FiO2 entre 40 e 60%.

Imagem: Cateter nasal de O2. Fonte: Google imagens.

Resultado de imagem para máscara simples de O2

Imagem: Máscara simples. Fonte: Google imagens.

  1. Máscara de Venturi 

-Oferece mistura de oxigênio com ar;

-Altos fluxos: 3 a 15 L/min;

-FiO2 precisa (24 a 50%), a depender da cor da válvula utilizada;

-Indicado para pacientes com DPOC ou insuficiência respiratória mista.

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